Últimas

Sodoma Moderna: Rio de Janeiro inaugura temporada de festas na piscina com nudez coletiva

n/d

Festas na Zona Sul e na Barra atraem jovens a partir deste sábado (8).
Evento no último verão teve nudez coletiva e foi sucesso de público.

A primavera carioca com temperaturas típicas de verão reserva opções refrescantes de diversão para os maiores de 18 anos. Mulheres - deixem para trás os saltos agulha, as camadas de maquiagens e os penteados produzidos. Homens, nada de camisas sociais e visual de gala nas tardes e noites quentes de novembro. As festas na piscina, tradução das já conhecidas pool parties, chegaram para ficar no Rio de Janeiro e prometem dar o que falar nos próximos fins de semana.

Esse tipo de celebração não é novidade em países do norte, onde as estações são definidas e o verão é esperado com ansiedade. Em Las Vegas, Estados Unidos, onde as piscinas já fazem parte do circuito turístico, as festas levam muitos jovens a pagar valores um tanto salgados para curtir uma tarde ensolarada ao lado de gente bonita e DJs renomados de música eletrônica. Outras festas são gratuitas e compõem um ambiente mais democrático em hotéis cassinos. O mesmo ocorre em cidades como Barcelona e Nova York, onde terraços de hotéis servem de palco para as festas e mostram vistas de tirar o fôlego.

“As festas desta temporada serão feitas em um lugar menor, algo mais privê. As nossas festas de verão costumam reunir 1,5 mil pessoas, mas as versões pocket terão no máximo 600 pessoas”, disse ela, acrescentando também que não serão vendidos ingressos na porta do evento, como nas versões anteriores.

Nudez

As outras edições da Pool Me In chamaram a atenção. Isso porque o público, no decorrer da festa, se sentiu tão a vontade que resolveu tirar o resto da pouca roupa que já vestiam. Suzana acredita que o fato da primeira festa ter ocorrido no período após manifestações no Rio e no país ajudou o clima de liberdade ideológica coletiva. Para ela, a nudez pode ter sido “um grito de liberdade”.

“Acho que foi um grito de liberdade. Nos primeiros dez minutos, as pessoas ficaram se olhando, estranhando. Mas ninguém se importou com a nudez e muita gente acabou aderindo. A repercurssão, que eu achei que pudesse até ser negativa, não foi. Me surpreendeu”, disse.

A produtora contou ainda que a atitude do público não foi recriminada nem pelos donos da casa, que alugaram o espaço para a festa. “O dono da Mansão Phellipe, um francês que faleceu neste ano, adorou a festa e disse que nem na Europa eles conseguiu ver uma festa como foi aquela. Disse que, até por lá, todo mundo anda bem careta”, finalizou.

Fonte: G1 noticias

Um comentário

Gerson Avillez disse...

E eu amando tanto esse Rio.