Hillary Clinton: Hamas esconde armas entre civis porque “Gaza é muito pequena”. É ou não é a Dilma americana?

Em entrevista a Jorge Ramos na TV Fusion, a ex-secretária de Estado dos EUA e candidata esquerdista preferida da CNN – conhecida como Clinton News Network - à presidência em 2016, Hillary “Que diferença faz?” Clinton, argumentou que o Hamas esconde suas armas militares entre os civis – usando-os como escudos humanos em escolas, hospitais e mesquitas, não por motivos de crenças religiosas radicais ou a seu ódio anti-Israel, mas – devido à geografia da Faixa de Gaza… Traduzo abaixo do vídeo o trecho dessa sutil barbaridade:
Eu acho que o problema, e isso é importante, eu não sou um planejador militar, mas o Hamas coloca seus mísseis, seus foguetes em áreas civis. Parte disso é porque Gaza é muito pequena, e é muito densamente povoada, [então] eles colocam o seu comando e o controle de líderes militares do Hamas nessas áreas civis. Israel, eu sei, enviou avisos, e tentou fazer com que as pessoas se movessem, mas em qualquer tipo de conflito vai haver vítimas civis, e precisamos tentar chegar a um cessar-fogo o mais rápido possível.
Cinismo pouco é bobagem.
Seria como eu dizer que o marido de Hillary, Bill Clinton, escondeu o seu pirulito na boca de Monica Lewinsky porque a sala oval da Casa Branca era muito pequena…
É um acinte contra o povo judeu. Há uma abundância de espaços abertos na Faixa de Gaza, como ela bem deve saber, e não é que o Hamas opera em áreas civis porque “Gaza é muito pequena”, nem mesmo “em parte”. Trata-se de ação deliberada para usar os palestinos mortos na guerra de propaganda anti-israelense, com a cumplicidade da mídia internacional, a começar justamente pela Clinton News Network, como mostrei aqui. O uso intencional de escudos humanos já foi admitido até pelo próprio Hamas, repito, como se pode ver neste vídeo:
Aqueles que acreditam que a senhora Clinton, a mesma que deixou quatro americanos serem mortos no ataque terrorista em Bengasi, representa uma alternativa à política externa desastrosa do presidente Barack Obama podem tirar o cavalinho da chuva de foguetes. Como secretária de Estado, ela já fizera parte da pressão implacável sobre Israel que encorajou o grupo terrorista e, como primeira-dama, emprestou credibilidade às acusações absurdas de que Israel estava usando armas químicas. E agora ainda endossa o cessar-fogo reivindicado pelo governo Obama, como se isto não fosse deixar a infraestrutura dos terroristas à disposição para novos ataques, como vem acontecendo, mesmo quando Israel aceita a paz. Os Clintons e os Obamas podem até se odiar, como relatou o jornalista Ed Klein em Blood Feud: The Clintons vs. the Obamas, mas nunca se livrarão de suas esquerdices em comum.
E Dilma, naturalmente, segue a mesma linha de cinismo e sonsice da esquerda americana:
“Eu acho que o que está ocorrendo na Faixa de Gaza é uma coisa perigosa. Não acho que é genocídio, mas acho que é um massacre. Não há genocídio, mas ação desproporcional. Tem que acabar aquela história de matar os três jovens israelenses. Mas não é possível matar crianças e mulheres de jeito nenhum.”
Desproporcional é o 7 a 1, como se sabe (e não só ele), e nada mais fácil que afetar compaixão pelos civis palestinos mortos sem demonstrar nenhuma pelos civis israelenses vivendo a buscar abrigo contra os foguetes do Hamas, nem explicar como o exército de Israel, que avisa quando vai atacar tais e quais alvos, pode destruir os armamentos usados contra os civis israelenses com uma precisão SEMPRE cirúrgica que evite TODAS essas mortes de escudos humanos palestinos, sem colocar em risco seu próprio povo.
Como disse a própria Hillary: “em qualquer tipo de conflito vai haver vítimas civis”. Mas esquerdista é assim mesmo: só diz verdade para emprestar credibilidade à mentira.
PS: Hillel Neuer, sozinho contra três, dá mais uma surra moral nos militantes anti-Israel. Segue o vídeo em inglês, no qual Diana Buttu se revela a Jandira Feghali da OLP – Organização para a Libertação da Palestina (em inglês, PLO): um bonde sem freio de mentiras.
Via: http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/






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