Nova Série no Site Libertar: "Sidi, o Maior Filósofo das Arábias" - LIBERTAR.in - Ministério CASA DE YISRAEL

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24 de mai de 2014

Nova Série no Site Libertar: "Sidi, o Maior Filósofo das Arábias"

Tenho dito: Nós do Site Libertar não estamos presos à interesses, ideologias, filosofias, sejam elas, humanas, políticas, sociais, religiosas. Não trabalhamos em prol de interesses de grupos, movimentos, partidos ou instituições políticas.

O engano não escolhe tribo, grupo, confraria para se infiltrar e se estabelecer.
E nenhuma ideologia mundana ou pessoa é divina, sacrossanta, inabalável, ilesa de qualquer crítica, pesquisa ou investigação.

Nossa função, além de anunciarmos o evangelho de Cristo, alertarmos as pessoas acerca dos tempos proféticos-apocalípticos, das ações e implementações da Nova Ordem Mundial, é de apontarmos e desmascararmos o engano, a mentira, a distração, a desinformação, a manipulação, não porque somos os 'melhores', ou 'perfeitos', jamais! Mas se nós somos deparados com alguma farsa, algum 'esquema' de manipulação, temos o compromisso de expormos esta mentira às pessoas.

Entendemos que Olavo de Carvalho foi e é uma fonte de informação e conhecimento. Sem dúvidas ele nos esclareceu diversas coisas que até então eram ocultas. De certa forma ele popularizou o conhecimento que outrora era dominado apenas por esforçados intelectuais (algo que era difícil, ainda mais no Brasil).

Porém devemos questionar tudo. E foi a partir do questionamento, da pesquisa, da investigação e do alinhamento de informações e materiais, é que fomos surpreendidos com alguns fatos que revelam no Olavo, uma face que não é tão revelada ao público.

Quem foi Olavo de Carvalho? Qual o motivo do seu trabalho?
Será mesmo que ele abandonou o comunismo e a tariqa islâmica?
Estaríamos sendo manipulados?

Tudo teve o seu tempo, e neste tempo, retemos o que foi bom. Agora, o que é enganoso deve ser exposto.

Mesmo assim, sei que seremos acusados de esquerdistas, de petistas, de comunistas, de traidores, de hereges, enfim, das piores palavras possíveis. Mesmo após diversas vezes que desmascaramos e denunciamos a esquerda socialista/comunista, demonstrando nossa oposição e repúdio a este sistema/ideologia.

Mas nossa função é esta, de sermos 'uma voz que clama no deserto' contra o engano, as manipulações, o oculto, os interesses obscuros...

Quem é simplesmente estudioso e vive em prol da verdade, retém apenas o que é bom e necessário, não se apegando cegamente a nomes, grupos, pessoas. Quem é seguidor e adorador de uma pessoa, grupo ou ideologia, a defende de todas as formas possíveis, são capazes de tudo para calar os pensamentos, opiniões e críticas contrárias. São soldados, pois militam e guerreiam pela ideologia do seu grupo, ou do seu líder. 

Então, a partir de hoje, você irá conferir, todas as quartas-feiras e sábados, a Série "Sidi, o Maior Filósofo das Arábias".
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Sidi, ou melhor, Sidi Muhammad. Assim era chamado Olavo de Carvalho quando frequentava a Tariqa de Frithjof Schuon - a 'Ordem do Sufismo'. Além disso, como muitos sabem, ele é jornalista brasileiro, astrólogo, autor de livros de filosofia.

O que seria uma 'Tariqa' (Tarica)?



A tariqa (ou tariqah ; árabe : طريقة tariqah , plural طرق turuq , de طريق "caminho, o caminho"; persa : طريقت Tariqat , turco : tarikat ) é o termo para uma escola ou ordem de Sufismo , ou especialmente para o místico ensino e práticas espirituais de tal ordem, com o objetivo de buscar ḥaqīqah "verdade suprema".

A tariqa tem um murshid (guia), que desempenha o papel de líder ou diretor espiritual. Os membros ou seguidores de um tariqa são conhecidos como murīdīn (singular murídeos ), que significa "desejoso", viz. "Desejando o conhecimento de conhecer a Deus e amar a Deus" (também chamado de Faqīr فقير )

A metáfora do caminho, "o caminho" deve ser entendida em conexão do termo sharia , que também tem o significado de "caminho", mais especificamente "caminho bem trilhado; caminho para o poço". O "caminho" metáfora da tariqa é a de um novo caminho, tomado pela mística, que continua a partir do "caminho bem trilhado" ou exotérico da sharia para o esotérico Haqiqa . Um quarto "Estação", após a sucessão de sharia , tariqa e Haqiqa é chamado marifa. Este é o "centro invisível" de Haqiqa, e o objectivo final do místico, correspondente à unio mystica no misticismo ocidental.

O tariqa mais popular no Ocidente é a ordem de Mevlevi, em homenagem a Jalāl ad-Din Muhammad Rumi . No mesmo tempo, o Order Bektashi também foi fundada, em homenagem ao Alevi santo muçulmano Haji Bektash Veli . Os quatro principais tariqas no Sul da Ásia são: o Naqshbandi Ordem, nomeado após Baha-ud-Din Naqshband Bukhari ; o QadiriOrdem, em homenagem a `Abd al-Qadir al-Jilani ; o Chishti Ordem, nomeado após Khawaja Mawdood Chisti enquanto Khawaja Moinuddin Chishti é o mais famoso xeque; o Suhrawardi Ordem, nomeado após Shahab al-Din Suhrawardi . Outros podem ser desdobramentos de um tariqa. Por exemplo, o Qalandariyya tem raízes na Malamatiyya (com Budismo eHinduísmo influência) e Wafa'i (uma combinação Yasawiyya - sunitas e Batiniyya - xiita ) de ordens são desdobramentos daSuhrawardi ordem.

Os tariqas foram particularmente influentes na propagação do Islã no sub-Sahara durante os dias 9 e 14 séculos, onde se espalham ao sul ao longo das rotas comerciais entre o Norte de África e os reinos sub-saarianos de Gana e Mali. Na costa Oeste Africano eles montaram Zāwiyas nas margens do rio Níger e reinos independentes mesmo estabelecidos, como al-Murabitun ou Almorávidas . A Al Hakika Mizaan Mizaani Sufi Order lida com internalização pesado e meditações, sua prática espiritual é chamado Al Qudra Mizaan [(Estados Unidos)] A ordem Sanusi também foi altamente envolvida no trabalho missionário na África durante o século 19, espalhando-se tanto o Islã e um alto nível de alfabetização em África ao sul até o lago Chade e além através da criação de uma rede de zawiyas onde o Islã foi ensinado. Grande parte da Ásia Central e no sul da Rússia foi conquistado ao islamismo através da obra missionária dos tariqahs, ea maioria da Indonésia população, onde um exército muçulmano nunca pôs os pés, foi convertido ao Islã pela perseverança de ambos os comerciantes muçulmanos e Sufi missionários.

*Quem foi Frithjof Schuon, o mestre espiritual de Olavo de Carvalho?

Segundo a Wikipédia, Frithjof Schuon "foi um mestre espiritual, metafísico, filósofo das religiões, poeta e pintor, principal porta-voz da Filosofia Perene, juntamente com René Guénon.

Nascido na Suíça alemã, Frithjof Schuon se estabeleceu em Paris na juventude, onde exerceu seu ofício de desenhista têxtil. De perfil filosófico e espiritual, absorveu jovem ainda as obras de Platão e do Vedanta indiano, interessando-se ao mesmo tempo pela sabedoria mística e esotérica das grandes religiões mundiais, especialmente pelo Cristianismo, Islamismo e Budismo.

Leitor do metafísico francês René Guénon, ele viajou ao Cairo em 1938 e em 1939 para conhecê-lo pessoalmente. No Magrebe, buscou o conhecimento espiritual dos mestres sufis, tendo contatado especialmente a tariqa (confraria mística) do celebre mestre Sufi Ahmad al-Alawi."



Segundo a Wikipédia, René Guénon "foi o pioneiro e o principal porta-voz, juntamente com Frithjof Schuon, da Escola Perenialista, baseada na Filosofia Perene. Autor universalista, esposava a tese da "unidade transcendente das religiões", ou seja, que as diversas tradições religiosas mundiais têm um fundamento metafísico e espiritual convergente. A partir de 1930, viveu no Cairo, onde praticou o Islã como sua religião pessoal e onde era conhecido como cheique `Abd al-Wahid Yahya."

O termo filosofia perene geralmente é usado como sinônimo de Sanatana Dharma (sânscrito para "Verdade perene ou eterna"). Leibniz o utilizou para designar a filosofia comum e eterna que é subjacente a todas as grandes religiões mundiais, em particular suas místicas ou esoterismos."



Trechos escritos por Leandro Teles Rocha

CONTINUA...

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