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31 de jan. de 2014

Manipulação comunista e caos: A farsa por trás da greve no RS


'Rodoviários dizem que voltam ao trabalho se prefeitura decretar passe livre'

Resumo das 'tretas' em Porto Alegre e como a coisa funciona EM TODO O Brasil:

As blocos que vão às ruas com a premissa do transporte público gratuito e afins operam visando os interesses do governador do estado (que corre risco de perder as eleições), seu partido e seus aliados. A fictícia briga dele com sua filha, que também controla os movimentos através do PSOL e alianças com outros partidos cria uma simbiose que age através da pressão política. A pressão do momento visa fazer com que o centro das atenções seja a administração da Prefeitura de Porto Alegre. O veículo perfeito foi utilizar o sindicato para criar a greve dos rodoviários e atingir toda a população.

Se você ainda acha tudo isso absurdo, esta notícia arrebenta de vez com a máscara: que tipo de grevista em busca de reajuste sugere o passe livre, proposta que é a mesmíssima causa citada na premissa inicial?! Será que as pessoas não se dão conta do grotesco jogo político que estamos vivenciando e que só visa dissolver a ordem vigente e então a recompor sob o controle de um único partido e seus asseclas?

A manobra do prefeito foi o ponto final, já que acionou a brigada por saber que ela está sob o comando do governador, que está metido na situação até o pescoço. Como certas coisas não podem vazar para o público, essa foi a maneira de lascar com quem até então só anda fazendo vista grossas para a situação.

(Por David Amato)

Uma das principais lideranças da greve dos rodoviários, que atinge mais de 1 milhão de pessoas desde a última segunda-feira em Porto Alegre, o sindicalista da Carris Alceu Weber vai propor ao prefeito José Fortunati que decrete passe livre na cidade a partir de segunda-feira. Se isso ocorrer, Weber garante que os ônibus voltam a circular com a frota total. A alternativa foi votada na assembleia desta sexta-feira no Ginásio Tesourinha, que reuniu centenas de sindicalistas:



– Todos se comprometem a sair 100% da garagem se vigorar o passe livre. O dinheiro sairia do bolso do patrão, é ele que deve bancar o combustível, é ele que não está negociando.

Na assembleia desta sexta-feira, os rodoviários decidiram seguir paralisados por tempo indeterminado. Eles não atenderão a população no domingo, feriado de Nossa Senhora de Navegantes.

O diretor da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Vanderlei Capellari, afirma que a prefeitura pode tomar essa decisão, desde que a verba do passe livre não saia dos cofres municipais:

– Se eles disserem de onde sairá os recursos para a operação, a gente vai avaliar. O custo é extremamente elevado, de onde a prefeitura vai tirar os recursos? Da saúde, da educação? Se tiver um acordo entre empresários e sindicalistas ou uma fonte de recursos, não teria nenhum problema.

Greve geral por tempo indeterminado

A paralisação foi confirmada em assembleia da categoria nesta sexta-feira. Os rodoviários querem 14% de aumento, reajuste do vale-alimentação de R$ 16 para R$ 20 e manutenção do plano de saúde, sem desconto no salário.

Porém, as empresas oferecem 5,56% (reposição integral da inflação no ano, segundo o INPC) e querem coparticipação financeira dos empregados no plano de saúde. O sindicalista Rodrigo Almeida, o Digão, aponta que os rodoviários tentaram três negociações (14 de dezembro, 20 de dezembro e 23 de janeiro) e saíram de mãos vazias:

– Não temos mais nada a perder. Estamos organizados há dois anos e conscientes. Antes, muitos tinham medo de demissão. Agora, não.

A vice-presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT), desembargadora Ana Luiza Heineck Kruse, confirmou que a multa diária de R$ 100 mil se mantém e que a declaração de ilegalidade da greve se restabelece. Assim, as empresas estão autorizadas a descontar os dias parados e a contratar profissionais em caráter emergencial.

– Não temos mais o que fazer. A categoria não quer trabalhar enquanto não aparecer uma proposta concreta dos patrões. Eles decidiram e temos de obedecer – salienta o secretário-geral do Sindicato dos Rodoviários, Jarbas Franco.

Até o momento, já foram aplicadas duas multas: de R$ 100 mil, referente a terça e quarta-feira, e de R$ 150 mil, correspondente a quinta e sexta, já considerando o novo valor. Ela afastou a possibilidade de pedir intervenção policial.

Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br

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