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Alerta: Buraco coronal imenso aparece na superfície do Sol

Se houver uma tempestade geomagnética de grandes proporções, tudo que utiliza energia elétrica será destruído... Desde satélites até eletrodomésticos...
Estamos atentos...

O Observatório Dinâmico Solar da NASA, está monitorando um “corte escuro na atmosfera do Sol”, um buraco coronal imenso. A mancha escura pode ser observada na imagem em Ultra Violeta capturada em 13 janeiro de 2012.



Buracos coronais são lugares onde o campo magnético do Sol se abre e permite que o vento solar escape. Este buraco tem cerca de 120.000 km de largura e mais de um milhão de quilômetros de comprimento. O vento solar flui da abertura, desde abismo escuro da coroa solar e irá atingir a Terra em 16 ou 17 de janeiro de 2012, possivelmente provocando auroras para os observadores de alta latitude-céu.

Estes rasgos na supercície do Sol podem contribuir para a ocorrência de grandes explosões solares e CMEs (Ejeções de Massa Coronal) significativas. O buraco coronal esta de frente para a Terra. Os ventos solares têm tendencia a aumentar sua velocidade nestas condições.

Fonte: Spaceweather.com e http://celiosiqueira.blogspot.com/2012/01/alerta-buraco-coronal-imenso-aparece-na.html
Texto e adaptação de tradução de termos técnicos: Gério Ganimedes
Leia mais informações em: www.spaceweather.com

6 comentários

Anônimo disse...

O Aranha Negra-profeta idade media disse:

Sobre o Sol Mortiço no fina dos dias.
Escasses de alimentos.
O gayzismo nas escolas etc

Anônimo disse...

Tão vendo? 2012 não foi inventado pelos Iluminatis. Eles não têm poder para controlar o sol.

Tem um cara que diz isso, se vc quiser ver:

2012 - A verdade que não estão te contando
http://youtu.be/4hKnUKUGYkg

Mas vou gostar de ver uma bela aurora boreal, pois nunca vi uma.

Anônimo disse...

Incidente ocorreu no Estreito de Ormuz
Tags: Irã, Defesa, EUA, Notícias, Ásia/África

15.01.2012, 12h20min

FONTE: VOZ DA RUSSIA

Soube-se sobre o incidente, ocorrido em 6 de janeiro no Estreito de Ormuz. Como informa o canal televisivo CNN, fazendo referências aos quadros documentais fornecidos pelo Pentágono, lanchas rápidas iranianas tentaram provocar o navio de guerra americano New Orleans, que estava indo pelo Estreito de Ormuz, ao fazer manobras nas suas proximidades.
Quando o New Orleans e mais dois navios de desembarque, com uma brigada expedicionária da infantaria naval ao bordo, entravam no golfo Pérsico, as lanchas iranianas aproximavam-se do navio a uma alta velocidade, diminuindo a distância entre si e o New Orleans até a 450 metros e ignorando os sinais de advertência, emitidos pelos marinheiros americanos.
Isso foi o primeiro incidente deste tipo após a ameaça do Irã de fechar o Estreito de Ormuz, mais um teve lugar no mesmo dia perto das costas do Kuwait. Lanchas iranianas aproximaram-se a uma alta velocidade de um navio de guarda costeira americana. Ao bordo das lanchas viam-se artilheiros prestes a disparar.
ESTE IMPASSE MAIS PARECE NAMORO DE CASAL VIRGEM NINGUEM SABE QUEM VAI DAR O PRIMEIRO BEIJO OU SE ELE REALMENTE OCORRERÁ. AS DUAS PARTES ESPERAM QUE O OUTRO ATAQUE PRIMEIRO.DESCULPE O COMENTERIO IRMÃO MAS ESSA É A VERDADE.

Anônimo disse...

EUA Israel irão lançar “desafio austero” ao Irã

Israel e os EUA irão promover proximamente no Oriente Médio manobras militares, batizadas de Desafio Austero 12. O programa de manobras inclui a interação na esfera de defesa antimíssil e defesa antiaérea e o aumento da coordenação das ações das forças armadas israelitas e americanas.
Destas manobras, - as maiores na história da colaboração militar entre os dois países, - irão participar milhares de militares dos exércitos dos EUA e de Israel, dezenas de navios de guerra e a aviação embarcada.
Os dois países realizaram pela última vez manobras militares de tamanha envergadura há três anos. Naquela altura, Teerã qualificou as manobras como uma pressão sem precedentes sobre o Irã.
Agora o Ministério da Defesa dos EUA assevera que as atuais manobras foram planejadas há muito e que não são uma resposta às manobras “Velaiat-90”, que o Irã realizou no estreito de Ormuz até 4 de janeiro. No entanto, em fins de dezembro tinha sido informado que as manobras norte-americanas seriam realizadas na primavera. Os peritos supõem que a antecipação urgente da sua realização está relacionada ao teste bem-sucedido de dois mísseis “Gader”, classe “terra – água”, desenvolvidos no Irã. Estes mísseis são capazes de atingir alvos à distância de até 200 quilômetros. Além disso, o chefe do Pentágono, Leon Panetta, prometeu recorrer a todos os meios a fim de impedir o Irão de criar armas nucleares. Outros fatores que contribuem para intensificar a tensão na região é a crise política na Síria e as recentes ameaças do Irão de barrar o estreito de Ormuz, o que é inadmissível para os EUA. Em caso de um conflito militar entre os EUA e Israel, por um lado, e o Irã, por outro, a guerra pode alastrar a toda a região, - afirma Liudmila Kulaguina, perita do Instituto de Estudos Orientais junto da Academia de Ciências da Rússia.
Certamente, os países da região estão contra quaisquer ações militares nesta zona, pois compreendem que mesmo um ataque aéreo contra o território do Irão irá provocar golpes de resposta por parte do Irão contra vários países vizinhos.A situação pode se tornar muito perigosa. Por quê? É que o Oriente Médio é uma grande região petrolífera, em que se encontram os aliados mais próximos dos EUA, incluindo a Arábia Saudita.
Aliás, Teerã já anunciou que pretende realizar em fevereiro mais uma série de manobras no estreito de Ormuz e no golfo Pérsico.

Mens sana in corpore sano disse...

Rsrsrsrsrs... e nem vai ver... a não ser q vc more no hemisfério norte.

Tenso disse...

Estas explosões vao dar muito o que falar... Só espero que não seja coisa dos iluminatis...