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16 de nov de 2011

O próximo... Governo espanhol deve ser o 8º a cair por causa da crise

E o trem sem freio da nova ordem mundial segue avante. O próximo a ser derrubado por ele pode ser é o espanhol Zapatero... Confira:

Enquanto a Primavera Árabe derruba ou ameaça ditadores no norte da África e no Oriente Médio, um inédito Outono Europeu derruba em sequência líderes políticos. Depois de George Papandreou e Silvio Berlusconi, a próxima vítima da degola é José Luiz Rodríguez Zapatero.
No poder há sete anos, Zapatero e o Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) enfrentam eleições gerais na Espanha já preparados para o pior: deixar o Palácio Moncloa, sede do poder de Madri, expulsos pela impopularidade causada pela austeridade extrema, a recessão crônica e uma taxa de desemprego digna de guerra, a maior da Europa Ocidental no momento: 21,5%.

Pesquisas de opinião divulgadas nesta semana anunciam uma ampla vitória do Partido Popular (PP), de centro-direita, e de seu líder, Mariano Rajoy. Segundo as sondagens da semana, Rajoy tem cerca de 46% dos votos e deve somar 195 deputados, de um total 350.
Ao derrubar Zapatero, a crise na Europa fará sua oitava vítima desde novembro de 2008. Antes dele, caíram Geir Haarde, na Islândia; Gordon Brown, no Reino Unido; Brian Cowen, na Irlanda; José Sócrates, em Portugal; Iveta Radicova, na Eslováquia; George Papandreou, na Grécia; e Silvio Berlusconi, na Itália. Todos sofreram pressões simultâneas da opinião pública e dos mercados financeiros por não terem sido capazes de evitar o contágio pela turbulência. Para Philippe Dessertine, professor de economia do Institut de Haute Finance, da França, não adianta culpar as bolsas de valores. “Não são os mercados que ganham influência. O problema é que nós não respondemos a eles.” 

Fonte: O Estado de S.Paulo e http://2012umnovodespertar.blogspot.com/

2 comentários:

Anônimo disse...

Fortalecimento militar dos EUA na Austrália irrita China
16 de novembro de 2011 • 12h11 • atualizado às 12h15
Comentários

Os Estados Unidos enviará até 2,5 mil fuzileiros navais para o norte da Austrália na expansão de sua aliança militar, anunciou na quarta-feira o presidente americano, Barack Obama, e a primeira-ministra australiana, Julia Gillard, o que irritou a China.
Os dois aliados já começaram a adaptar sua presença militar diante de uma nova era em matéria de segurança marcada pelo auge chinês.
O primeiro grupo de 250 fuzileiros americanos será enviado à cidade de Darwin em meados de 2012. Será o início de uma presença rotativa de seis meses de até 2,5 mil efetivos.
"Acordamos iniciativas comuns para incrementar nossa aliança de 60 anos de idade e para mantê-la forte no futuro", disse Gillard durante uma coletiva de imprensa em Canberra.
"Trata-se de um novo acordo para expandir a colaboração existente entre a Força de Defesa Australiana e o Corpo da Marinha dos Estados Unidos e a Força Aérea dos Estados Unidos", acrescentou.
"Temos a intenção de construir isto por etapas", explicou Gillard.
As autoridades chinesas reagiram imediatamente. "Pode não ser muito apropriado intensificar e expandir as alianças militares e pode não ser do interesse dos países nesta região", afirmou à imprensa o porta-voz da chancelaria chinesa, Liu Weimin, em resposta a uma pergunta sobre esta expansão.
As tropas, cujos países também são aliados no Afeganistão, realizaram exercícios e treinamentos nas bases militares da Austrália com a força da Defesa Australiana.
Os dois Estados concordaram em aprofundar a cooperação entre suas forças aéreas, isto resultará em uma crescente movimentação de aviões americanos no norte da Austrália, mais próximo da Ásia do que Sidney e Melbourne.
Obama afirmou que o anúncio da força militar conjunta e sua viagem à região Ásia-Pacífico é um claro sinal para os aliados dos Estados Unidos na região.
"Somos duas nações do Pacífico e com a minha visita à região quero provar que os Estados Unidos vão aumentar seus compromissos com toda (a área) Ásia-Pacífico", declarou.
"O fortalecimento de nossa aliança envia uma mensagem clara de nosso compromisso com esta região, um compromisso não-perecível e indestrutível", acrescentou Obama.
"A segunda mensagem que quero dar é que estamos aqui para ficar. Esta é uma região de enorme importância estratégica para nós. Neste momento estamos tomando decisões fiscais importantes para nosso país, isto está em primeiro lugar na minha lista de prioridades", disse.
"Nós garantimos que podemos desempenhar nosso papel de liderança na região do Pacífico", insistiu.
Obama esclareceu que o fortalecimento desta aliança não deve ser visto como uma ameaça para a China, mas advertiu que esse país terá que respeitar "as regras do jogo".
"O principal recado que dei, não só publicamente, mas em particular com os chineses, é que sua ascensão significa mais responsabilidade", disse.

FONTE: TERRA NOTICIAS


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Anônimo disse...

Esse teatro da elite globalista já está cansando...está pior que as novelas da rede nojo, porque tudo que está por trás dessa crise e dos rumores de guerra, dá mais nojo ainda. Será que "eles" estão terminando de construir suas "Arcas de Noé" pela terra para se protegerem de uma guerra nuclear, enquanto seus clones programados vão para o campo de batalha e a população vai para os campos de concentração ? Será que eles pensam mesmo que vão escapar da ira do nosso Criador Eterno ?

Aliás, essa foto que você postou está demais...parece que ele está sendo enforcado, quando na verdade a forca aperta cada vez mais o pescoço da população agonizante...

Busquem ao SENHOR enquanto há tempo, porque só há salvação Nele...o cenário para o apocalipse já está armado !!!

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