Imoralidade globalista: MEC insiste mais uma vez no Kit Gay - LIBERTAR.in - Ministério CASA DE YISRAEL

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26 de nov de 2011

Imoralidade globalista: MEC insiste mais uma vez no Kit Gay

A polêmica do Kit Gay está de volta...
A pressão dos movimentos gayzistas à serviço da elite global é tão grande, que eles pretendem até passar por cima da decisão de Dilma e seguir adiante com esta implementação...
Mas também creio na possibilidade de Dilma frear o Kit Gay naquela época apenas para acalmar as alas religiosas... É muita política por trás...
Realmente eles querem pôr "goela abaixo" estas implementações...
Cada um faz da sua vida o que quiser, e perante O Criador, todos são iguais, mas o que é inaceitável é aplicarem de forma ditatorial, leis que privilegiam um grupo de pessoas apenas por seu comportamento, e imporem um espécie de mordaça para as críticas contrárias. E além do mais, promover uma doutrinação em massa, especialmente de crianças, abordando assuntos como por exemplo, uma relação sexual gay... Isso é algo totalmente repugnante!
Imagine seu filho, chegando em casa, depois de um dia de doutrinação gay, ops, de aula, e dizer que deseja ser gay porque sua professora disse que é algo bom?
Para quem estuda o assunto, a elite babilônica quer formar para a Nova Ordem Mundial, uma nova "raça" andrógena, ou seja, com aparência masculina e feminina, sem sexo definido... À imagem e semelhança do deus deste século, chamado por eles de Baphometh (veja aqui). E para isso a agenda sendo cumprida pontualmente... Veja a notícia:

O Ministério da Educação, comandado por Fernando Haddad, pré-candidato à prefeitura de São Paulo pelo PT, insiste em passar por cima de uma ordem da presidente Dilma Rousseff. Ela já tinha mandado interromper a distribuição do chamado “kit gay” nas escolas públicas, porque considerou o material ofensivo e inadequado. Mas não freou o MEC.

O ministério voltou a definir normas para os livros didáticos, abordando o tema homossexualidade. A revelação foi feita em um seminário que aconteceu nesta semana na Câmara dos Deputados.

Segundo Fábio Meirelles de Castro, coordenador geral de Direitos Humanos do MEC, “esses programas contêm em seus editais públicos orientações e diretrizes para a inclusão da temática de gênero, identidade de gênero e orientação sexual”.

A polêmica começou no início do ano, quando o MEC anunciou que iria distribuir o kit gay para 6.000 escolas de ensino fundamental e médio. Vídeos e cartilhas levavam para dentro de sala de aula temas polêmicos como homossexualidade e bissexualidade

Um dos vídeos tratava de duas meninas que eram rejeitadas pelos colegas da escola e, para tentar combater o preconceito, decidiram assumir o namoro. Inicialmente, o vídeo mostrava um beijo na boca, mas a cena foi cortada.

Em outro vídeo, José Ricardo é transexual e luta para ser reconhecido como Bianca. Em outra produção, Leonardo se apaixona por um amigo e em seguida também percebe que gosta de uma menina.

O novo material apenas aborda a diversidade sexual, diz Castro.

– Já é um primeiro passo para a gente ter livros didáticos que respeitem a orientação afetiva sexual e que dialoguem com essa demanda do movimento para o Programa Nacional de Educação.

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