Hidrovia do Rio Paraguai: Mais uma obra boicotada por ONG´s verdes globalistas - LIBERTAR.in - Ministério CASA DE YISRAEL

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26 de nov de 2011

Hidrovia do Rio Paraguai: Mais uma obra boicotada por ONG´s verdes globalistas

Além da construção da usina de Belo Monte (veja aqui), eis aí mais um obra que é boicotada por ONG´s "verdes" de globalistas: A Hidrovia do Rio Paraguai..

Para conhecimentos dos Brasileiros...

A Fundação Rockefeller, a Fundação W. Alton Jones e a Fundação C. S. Mott – canalizaram recursos e suporte a dezenas de ONGs brasileiras e internacionais para impedir a implantação da Hidrovia, do mesmo modo como boicotam Belo Monte.

A hidrovia é um plano dos cinco países da Bacia da Prata para transformar os rios Paraguai e Paraná em um canal industrial de navegação. Segundo o plano original desenvolvido em 1997 pelo Comitê Intergovernamental da hidrovia (CIH), com o apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento e o Programa das Nações Unidas para Desenvolvimento, se faria intervenções de engenharia, inclusive derrocamento, dragagem, e canalização estrutural em centenas de sítios ao longo do sistema de 3.400 km, desde Cáceres, Mato Grosso, Brasil até Nova Palmira, Uruguai.

O uso do rio Paraguai para uma navegação comercial adaptada é um fato quase centenário, mas o que há de novo é a tentativa de, a partir da metade da década de 80 e na de 90, fazer intervenções estruturais no rio para permitir a circulação de comboios durante todo o ano, às 24 horas do dia.
HISTÓRICO DA HIDROVIA

Várias foram as tentativas de ampliação da capacidade de navegação da bacia do rio Paraguai, que atravessa o Pantanal Matogrossense. A primeira tentativa ocorreu na década de 1980, quando o Ministério dos Transportes propôs a construção de um canal no Pantanal com investimentos de US$ 400 milhões. O projeto nasceu no bojo das negociações do Mercosul e, desde seu início, foi apontado como um importante canal de escoamento da produção agrícola da região, em especial de soja para o mercado internacional.No início dos anos 1990, essa hidrovia foi apresentada com o chamado "projeto Internave", que durou até 1998, quando o governo brasileiro anunciou o seu abandono. A estratégia seguinte foi a construção da hidrovia por partes, ou seja, por meio de pequenas obras em diferentes regiões sem aparente conexão entre elas. A última etapa começou com novos estudos feitos pelo Comitê Intergovernamental da Hidrovia, somados à decisão governamental de integrar o "Projeto Hidrovia" à IIRSA. A iniciativa Sul-americana previa o início das obras no Pantanal para 2005, mas para isso era necessário que o Ministério dos Transportes tivesse apresentado em janeiro do mesmo ano o Estudo de Impacto Ambiental e o Relatório de Impacto do Meio Ambiente (EIA-RIMA), que não foi apresentado. O destino da hidrovia ainda continua em questão. Em 2010 voltaram a tona iniciativas de retomada do projeto da hidrovia Paraná Paraguai a partir de reuniões promovidas pelo Ministério dos Transportes. Uma das primeiras reuniões para discutir sobre o assunto aconteceu em Junho de 2010 através do seminário “A hidrovia do rio Paraguai; o desenvolvimento regional e o PAC 2”, realizado na cidade de Corumbá. O seminário teve como intuito identificar os principais fluxos de carga; mensurar os ganhos econômicos provenientes do uso hidroviário e estabelecer metas para o futuro do modal de transporte. De acordo com a Secretaria de Gestão dos Programas de Transportes, ligada ao Ministério dos Transportes, o Governo Federal vai investir R$ 126 milhões na hidrovia do rio Paraguai, denominado Corredor Hidroviário do Paraguai. Destes R$ 82 milhões serão para a infraestrutura do leito e R$ 44 milhões para infraestrutura portuária. Os recursos estão previstos para o período de 2011 a 2014, dentro do Programa de Aceleração do Crescimento, o chamado PAC2. O superintendente da Administração da Hidrovia do Paraguai (Ahipar), Antônio Paulo de arros Leite, explicou que os R$ 126 milhões serão aplicados na dragagem, derrocagem (retirada de pedra) e sinalização de toda a extensão da hidrovia do rio Paraguai; adequação de terminais de carga de Ladário (MS) e Cáceres (MT) e na dragagem do Passo do Jacaré (localizado junto à ponte ferroviária Eurico Gaspar Dutra, em Porto Esperança).



VANTAGENS DA HIDROVIA

- Mais barato

- Menor custo de implantação

- Menor impacto ambiental na implantação

- Polui menos

- O veículo de transporte ocupa menos espaço

- Facilita o transbordo de cargas

QUADROS COMPARATIVOS

um comboio de 2.200 toneladas de capacidade tira das rodovias aproximadamente 104 caminhões e consome 1/6 do combustível


COMPARATIVOS
1 HP EM RODOVIA TRANSPORTADA 100 KILOS
1 HP EM FERROVIA TRANSPORTADA 400 KILOS
1 HP EM HIDROVIA TRANSPORTADA 4.000 KILOS

CUSTOS DOS MODAIS
HIDROVIÁRIO US$ 00,9 TON/KM
FERROVIÁRIO US$ 0,20 TON/KM
RODOVIÁRIO US$ 0,69 TON/KM
TRANSBORDO US$ 00,9 TON

ATUAL SITUAÇÃO

Apesar de nenhuma obra estar em andamento, consta no 10º balanço do Programa de aceleração do crescimento (PAC) de Mato Grosso do Sul que está previsto para o ano de 2011 a liberação de 14 milhões de reais para o inicio da Dragagem, Derrocamento e Sinalização da hidrovia.

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