Eurocrise: Notícias mais recentes indicam colapso do Euro e de toda economia mundial - LIBERTAR.in - Ministério CASA DE YISRAEL

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29 de nov. de 2011

Eurocrise: Notícias mais recentes indicam colapso do Euro e de toda economia mundial

O PIB mundial de 2010 (dados do FMI) foi de 62 000 000 000 000 de dólares (em comparação, o PIB de Portugal de 2010 foi de 224 000 000 000 dólares).
Enquanto isso, a dívida pública mundial é de 42 000 000 000 000 de dólares.
Por seu lado, o valor total das transacções financeiras mundiais anuais é astronómico, 2 300 000 000 000 000 de dólares.
Com estes números podemos concluir que a dívida mundial nunca poderá ser paga e que as transacções especulativas financeiras não permitem fugir à ditadura dos grandes grupos financeiros mundiais.
A economia especulativa em relação a economia produtiva tem uma proporção de 40 para 1.
As transacções financeiras, no que diz respeito à economia real (troca de bens e serviços, que corresponde ao PIB mundial) representam apenas 3% do total das transacções financeiras mundiais. Mesmo juntando a esse número as transacções de trocas comerciais e turísticas, que representam 2% desse valor, temos como resultado, que 95% das transacções financeiras mundiais consistem em operações de pura especulação, ou seja o incrível valor de 2 185 000 000 000 000 de dólares.

De salientar que a liquidez necessária a esta especulação, aos números vertiginosos, passa e volta a passar várias vezes pelos bancos e provêm na sua origem dos bancos centrais. Temos assim que o principal fornecedor da liquidez mundial para a especulação financeira são os próprios bancos centrais que se tornam portanto os abastecedores dos grupos financeiros mundiais.
O sistema económico mundial está assim nas mãos do sistema financeiro, ele próprio dominado e auto-alimentado pela especulação. Esta massa monetária, que não corresponde a nenhum dinheiro real, aumenta em 15% por ano, enquanto que a economia real (produtora de bens e serviços) cresce de apenas 4%.
O paradoxo, é que estes mecanismos financeiros especulativos não criam nenhuma mais valia, mas enriquecem os que os controlam, permitindo aos especuladores, que não criam qualquer produção de bens e serviços, ganharem o dinheiro que lhes permite apropriar-se desses bens.
Essa especulação tem vindo a crescer desde há um século, mas sobretudo nas últimas três décadas, com o fim da paridade ouro-dólar com o acordo de Bretton Woods, no inicio dos anos 70 e com a planeada e progressiva desregulamentação do sistema financeiro mundial.
Uma solução utópica seria por fim à dívida mundial, para recomeçar do zero, e a imposição de uma regulamentação financeira mundial, o que nunca poderá vir a acontecer, dado que os que dominam o sistema financeiro mundial detêm um poder monetário muito superior ao de qualquer Estado.

Europa já está super apreensiva com um colapso da Itália e Espanha o que será o fim do Euro

Por Luís Reis Pires
‘La Stampa’ afirma que FMI já prepara um plano de resgate a Roma. “The Economist” dá apenas semanas de vida ao euro.
A zona euro continua a caminhar a passos largos para o fim. Depois das feridas abertas na periferia, os estragos da crise chegaram finalmente ao coração da moeda única: Itália e Espanha estão à beira do colapso e Roma já terá inclusive pedido ao FMI para preparar um plano de ajuda, no valor de 600 mil milhões de euros. Se qualquer uma das duas economias seguir o caminho de Grécia, Irlanda e Portugal, a Europa a 17 colapsa – isso mesmo já foi admitido por Merkel e Sarkozy. Por isso, há quem já não acredite de todo num final feliz: a revista ‘The Economist” dá apenas algumas semanas de vida ao euro.
A notícia foi avançada ontem pelo diário italiano “La Stampa”: o FMI já está a preparar um plano de ajuda externa para Itália, até 600 mil milhões de euros. Recorde-se que, na sexta-feira, a Reuters avançou que Espanha também já estaria a ponderar pedir ajuda externa, algo que o novo governo de direita espanhol desmentiu de imediato. No que toca a Itália, ninguém desmentiu a notícia.
A concretizar-se, o empréstimo internacional daria uma “janela” de 12 a 18 meses a Roma para implementar os cortes orçamentais urgentes e as reformas de estímulo à economia necessários – o novo primeiro-ministro, Mario Monti, apresenta as primeira medidas de austeridade a 5 de Dezembro -, “aliviando as necessidade de refinanciamento da dívida”, escreve o “La Stampa”.
Dos países europeus, Itália é quem tem o seu plano de financiamento mais atrasado este ano, tendo executado até ao momento 89% do mesmo. E o facto de se encontrar estagnada, aliado aos 1,9 biliões de euros de dívida pública (120% do seu PIB), está a fazer com que os investidores apostem forte num pedido de resgate.
O problema é que ajudar Itália – que representa 17% da economia do euro – custa, por si só, mais do que resgatar Grécia, Irlanda e Portugal juntos – as três economias valem 6% da moeda única. Ou seja, a magnitude de um eventual resgate torna muito difícil a sua concretização. Nesse sentido, nem o FMI tem meios para ajudar Itália por si só: o plano de resgate andará sempre em torno dos 600 mil milhões de euros e as reservas do Fundo não chegam aos 400 mil milhões. Por isso, estão a ser estudadas várias hipóteses, incluindo uma acção conjunta com o BCE, acrescenta o jornal italiano.
Perante a urgência da situação, Angela Merkel e Nicolas Sarkozy estão a trabalhar num novo Pacto de Estabilidade e Crescimento, que promova maior integração política, retire poder aos Estados-membros e aumente a força do BCE. É o reconhecimento da chanceler alemã e do presidente francês de que não conseguem contrariar os mercados, que há muito pedem o fim do euro. Mas não pedem que o euro acabe e cada país volte à sua moeda, pedem sim o fim do euro como ele é: uma união monetária sem união política. E agora, com o coração do euro a sofrer o impacto da crise – “se existe um problema em Itália, é o coração da zona euro que é afectado”, disse o porta-voz da presidência francesa -, Merkel e Sarkozy admitem finalmente a urgência de reforma da moeda única.
Mas pode já ser tarde. De acordo com a “The Economist”, o euro tem apenas algumas semanas de vida. “A crise na zona euro está a provocar o pânico. O risco de a moeda única se desintegrar dentro de semanas é altamente alarmante”, escreve a revista britânica, que acrescenta que a crise já alastrou “da periferia vulnerável da zona euro para os países ‘core’” e que “existem sinais de que a economia da zona euro está a caminhar para uma recessão”. Por isso, conclui: “Agora é provável uma calamidade ainda maior. A intensificação das pressões financeiras aumenta as probabilidades de um ‘default’ desordeiro de um país, uma corrida aos depósitos dos bancos ou uma revolta contra a austeridade, que marcaria o início do fim da zona euro”

2 comentários:

Elias Carvalho disse...

a rede podre mais uma vez foi desmascarada graças as nossos jovens brasileiros
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=gVC_Y9drhGo

DIGA SIM A BELO MONTE E AO DESENVOLVIMENTO DO NOSSO BRASIL

Elias Carvalho disse...

também recomendo dar uma olhado no artigo produzido por eles aos benefícios que Belo Monte trara para o nosso povo e principalmente pelo povo do nordeste

http://www.tempestadeemcopodagua.com/artigo.aspx

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