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Por qual motivo o Exército está suspendendo o registro destas armas? Sabemos que, assim como outros governos ditadores, o governo petista quer desarmar totalmente a população para ter poder e controle ilimitado sobre a população. Sabemos também que o Exército brasileiro não é mais como antes, pois está tudo infestado de agentes de ideologia comunistas.

O EB suspende temporariamente a concessão de certificados de registro (pessoa física) para o exercício das atividades de colecionamento e de tiro e caça esportivos e determina outras providências.

Imagem: Taurus

EXÉRCITO BRASILEIRO
COMANDO LOGÍSTICO
PORTARIA Nº 16-COLOG, DE 10 DE JULHO DE 2014.
Publicada no Boletim do Exército BE 30-14 - 25 Julho 2014


Suspende temporariamente a concessão de
certificados de registro (pessoa física) para o
exercício das atividades de colecionamento e de tiro
e caça esportivos e determina outras providências.

O COMANDANTE LOGÍSTICO, no uso das atribuições constantes do inciso IX do art. 14 do Regulamento do Comando Logístico (R-128), aprovado pela Portaria nº 719-Cmt Ex, de 21 de novembro de 2011; do art. 263 do Regulamento para Fiscalização de Produtos Controlados (R-105), aprovado pelo Decreto nº 3.665, de 20 de novembro de 2000; e de acordo com o que propõe a Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados (DFPC); e considerando:

- o propósito de oferecer um atendimento público eficiente ao cidadão pela Rede de Fiscalização de Produtos Controlados na forma prevista no Decreto nº 6.932, de 11 de agosto de 2009;
- a necessidade de dar celeridade à análise dos processos de concessão de Certificados de Registro que ora aguardam processamento por parte do sistema de fiscalização de produtos controlados;
- a revisão das portarias que regulam as atividades de colecionamento e de tiro e caça esportivos com a finalidade de atualização e de adequação a normas superiores;
- a conveniência e oportunidade da análise e melhoria de processos, para fins de racionalização, de concessão de Certificados de Registro (CR) para as atividades de colecionamento e de tiro e caça esportivos, em consonância com o Modelo de Excelência Gerencial do Exército Brasileiro (MEGP-EB);
- a reestruturação das atividades de fiscalização de produtos controlados proposta pela DFPC, que prevê maior desconcentração administrativa e racionalização de métodos e procedimentos de controle;
- a adequação aos princípios do Processo de Transformação do Exército, conforme Portaria nº 075-EME, de 10 de junho de 2010, que aprova a Diretriz para a Implantação do Processo de Transformação do Exército, principalmente nos aspectos referentes ao uso de Tecnologia da Informação;
- a crescente demanda de solicitações de concessão para o exercício das atividades de colecionamento e de tiro e caça esportivos, fator que tem contribuído sobremaneira para a falta de agilidade no atendimento ao cidadão; e
- a demanda temporal para a implementação das modernizações e transformações requeridas e a consequente capacitação técnica dos integrantes da rede de fiscalização de produtos
controlados, RESOLVE:


Art. 1º Suspender temporariamente as concessões de CR (pessoa física) para o exercício das atividades de colecionamento e de tiro e caça esportivos, pelo período de 180 (cento e oitenta) dias a contar da publicação desta Portaria.

§1º A suspensão temporária não atinge os CR em vigor e os processos de concessão de CR protocolados até a publicação desta Portaria.
§2º Os casos excepcionais que decorram deste ato serão decididos pelo Comando Logístico, por intermédio da DFPC.

Art. 2º Determinar à DFPC que realize no prazo de 180 (cento e oitenta) dias, a contar da publicação desta Portaria:

I - A revisão das Portarias nº 024-DMB, de 25 de outubro de 2000; nº 04 DLog, de 8 de março de 2001; nº 05 DLog, de 8 de março de 2001; nº 05 DLog, de 2 de março de 2005; nº 05 DLog, de 2 de março de 2006 e nº 04 COLOG, de 12 de maio de 2012; e
II - A divulgação das alterações das normas e a capacitação dos integrantes da rede de fiscalização de produtos controlados em face das providências a serem adotadas para o aperfeiçoamento do atendimento público ao cidadão e da reestruturação da atividade de fiscalização dos produtos controlados pelo Exército.

Art. 3º Estabelecer que esta portaria entre em vigor na data de sua publicação.

Via: http://www.defesanet.com.br/
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Lembra-se do buraco gigante que apareceu misteriosamente na Sibéria há duas semanas? Bem, mais dois buracos enormes foram encontrados na região, segundo o Siberian Times.

Eles são menores do que o primeiro – que tem 80 m de diâmetro e 60 m de profundidade – mas têm a mesma estrutura dele. Os cientistas ainda estão intrigados com a origem dessas formações.

>>> Como o buraco gigante na Sibéria, Rússia, pode ter se formado
Buraco de Antipayuta



Este buraco foi encontrado perto da aldeia de Antipayuta, no distrito de Taz. Ele tem um diâmetro de 15 m e também está na Península de Yamal, porém fica a algumas centenas de quilômetros do primeiro buraco.

Mikhail Lapsui, representante do parlamento regional, visitou a área de helicóptero:


Seu diâmetro é de cerca de 15 m. Também há terra na parte exterior, como se ela tivesse sido lançada por uma explosão subterrânea. De acordo com os moradores locais, o buraco se formou em 27 de setembro de 2013. Observadores dão várias versões: a primeira diz que inicialmente havia fumaça no local e, em seguida, houve um estouro brilhante. Na segunda versão, um corpo celeste caiu lá.

Marina Leibman, cientista-chefe do Earth Cryosphere Institute, diz ao Siberian Times:


Eu ouvi falar sobre o segundo funil de Yamal, no distrito de Taz, e viu as fotos. Sem dúvida, precisamos estudar todas essas formações. É necessário ser capaz de prever a sua ocorrência. Cada novo funil fornece informações adicionais para os cientistas.
Buraco de Nosok



Este funil foi encontrado por pastores perto da aldeia de Nosok, na região de Krasnoyarsk, a leste de Yamal. Ele tem 4 m de diâmetro e uma profundidade estimada entre 60 e 100 m. De acordo com os moradores, o buraco tem uma forma perfeita de cone, e um deles disse:


Isso não parece uma obra humana, mas também não se parece com uma formação natural.

A principal teoria para explicar esses buracos envolve a fuga de gás: o gelo no solo derrete e bolsões de gás escapam de forma violenta, nem sempre causando explosões ou fogo. Infelizmente, especialistas ainda não chegaram a um consenso sobre sua formação. [Siberian Times]

Via: Gizmodo
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A companhia administradora da usina de Fukushima, Tepco, admitiu que grandes quantidades de pó radioativo vazaram em agosto de 2013 do reator 3 da central no momento da limpeza de sucata e na retirada de detritos acumulados.

Segundo cálculos da Tokyo Electric Power (Tepco) apresentados nesta quarta-feirae, em 19 de agosto de 2013, 280 bilhões de becquerels por hora de césio 134/137 vazaram da central ao invés dos 10 milhões de becquereles/h habituais. Isso aconteceu durante quatro horas. No total, 1,12 trilhão de becquerels vazaram.

A Tepco, que promete agora reforçar a vigilância e avaliar melhor o excedente de vazamentos, não tinha se manifestado publicamente até ser interpelada pelo Ministério da Agricultura em março, depois de constatar uma nova contaminação radioativa na região Minamisoma, a pouco mais de 20 km da central.

O ministério mencionou na época a hipótese de que uma contaminação de arrozais das imediações pudesse ter ocorrido por causa da retirada de sucata acumulada na parte superior do reator 3.

"Esta possibilidade existe, não podemos descartá-la embora não tenha sido provada", declarou na semana passada à AFP um porta-voz da Tepco, sem fornecer cifras.

Três dos seis blocos da usina Fukushima Daiichi foram arrasados por explosões de hidrogênio nos dias que se seguiram ao acidente provocado em 11 de março de 2011 por um gigantesco tsunami que se seguiu a um terremoto de magnitude 9 no nordeste do Japão.

Meses depois das operações de limpeza do reator 3, as amostras de arroz coletadas em 14 locais da região de Minamisoma apresentavam um nível de contaminação de césio radioativo de mais de 100 becquerels por quilo, o limite legal. Esse arroz não chegou ao mercado e o ministério informou a Tepco para que tomasse as medidas legais.

Mas, nem o Ministério da Agricultura, nem a Tepco informaram as autoridades de Minamisoma. "Tinham o dever de dar explicações à administração municipal", lamentou um membro da administração de Minamisoma em declarações à TV pública NHK.

Via: AFP
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A socialite socialista Ana Amélia Mello Franco resolveu oferecer ao mundo suas idéias sobre a crise em Gaza. Pois é.

Ana Amélia é candidata à deputada estadual pelo Partido Popular Socialista (PPS) e vem de uma família tradicional do Rio. É sobrinha do imortal da ABL e diplomata Afonso Arinos de Mello Franco, além de neta de Afrânio de Mello Franco, que dá nome a uma das principais ruas do Leblon. Uma perfeita socialista, daquelas que o Rodrigo Constantino tão bem retratou em "Esquerda Caviar".

A proposta de Ana Amélia é confiscar os bens dos judeus no Brasil. Sim, você leu direito, e se não acredita segue o print abaixo (a qualquer momento ela pode deletar, mas a web não esquece). Ela defende publicamente o confisco de bens da "colônia judaica no Brasil, que nada mais é do que uma verdadeira lavanderia do fundo judeu financeiro"(!). Você já viu isso acontecer na história e sabe como termina.

Espero que esse post ajude a encerrar de uma vez por todas qualquer dúvida sobre as origens das "opiniões isentas" da imprensa que condenam Israel por se defender do terrorismo: é o velho anti-semitismo de sempre, o mesmo que há 5 mil anos persegue este povo. Que sirva de lição a todo judeu que vota, financia ou defende socialistas e a esquerda em qualquer parte do mundo, especialmente nos EUA.

Visite a página da Ana Amélia no Facebook para entender que esse post é totalmente coerente com o que ela pensa sobre #Israel, país que é tratado por ela e pelos comentaristas da sua página como um estado genocida: https://www.facebook.com/aamellofranco

via: Alexandre Borges

> Declaração de bens da socialista socialite:http://goo.gl/EBlWJC
> O antissemitismo dos socialistas:http://goo.gl/S8zPYD
> Por que a esquerda odeia Israel: http://goo.gl/aZz8kE
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O analista financeiro Jim Willie categoricamente afirmou que a Alemanha está se preparando para abandonar o sistema unipolar apoiado pela NATO e os EUA e juntar-se às nações do BRICS, e por isso a NSA foi pego espionando Angela Merkel e outros líderes alemães.

Em entrevista à Greg Hunter, do blog USA Watchdog, Willie, um analista e PhD em estatística, afirmou que a verdadeira razão por trás do recente escândalo de espionagem da NSA, visando a Alemanha, é o clima de medo que ronda os Estados Unidos de que as potências financeiras da Europa estejam procurando fugir do inevitável colapso do dólar.

A entrevista de Jim Willie



O escritor de boletim financeiro, Jim Willie, diz que não importa quem derrubou o jato comercial da Malásia sobre a Ucrânia que haverá massivas consequências.

Willie afirma: "Aqui está a grande consequência. Os EUA, basicamente, estão dizendo à Europa: você tem duas opções aqui. Junte-se a nós na guerra contra a Rússia. Junte-se a nós nas sanções contra a Rússia. Junte-se a nós nas constantes guerras e conflitos, isolamento e destruição à sua economia, na negação do seu fornecimento de energia e na desistência dos contratos. Junte-se a nós nessas guerras e sanções, porque nós realmente queremos que você mantenha o regime do dólar. Eles vão dizer que estão cansados ​​do dólar. . . Estamos empurrando a Alemanha para fora do nosso círculo. Não se preocupem com a França, nem se preocupem com a Inglaterra, se preocupem com a Alemanha. A Alemanha tem, no momento, 3.000 empresas fazendo negócios reais, e elas não vão se juntar ao período de sanções".

Willie continua: "É um jogo de guerra e a Europa está enjoada dos jogos de guerra dos EUA. Defender o dólar é praticar guerra contra o mercado. Você está conosco ou está contra nós?". Quanto a espionagem da NSA sobre a Alemanha, Willie diz: "Eu acho que estão à procura de detalhes no caso de suporte à Rússia sobre o ‘dumping’ ao dólar. Eu penso, também, que estão à procura de detalhes de um possível movimento secreto da Alemanha em relação ao dólar e juntar-se ao BRICS. Isto é exatamente o que eu penso que a Alemanha fará".

Willie calcula que quando os países se afastarem do dólar dos EUA, a impressão de dinheiro (quantitative easing, QE) aumentará e a economia piorará. Willie chama isso de ‘feedback loop’, e afirma, "Você fecha o ‘feedback loop’ com as perdas dos rendimentos causados pelos custos mais elevados que vêm da QE. Não é estímulante. É um resgate ilícito de Wall Street que degrada, deteriora e prejudica a economia num sistema vicioso retroalimentado... Você está vendo a queda livre da economia e aceleração dos danos. A QE não aconteceu por acaso. Os estrangeiros não querem mais comprar os nossos títulos. Eles não querem comprar o título de um banco central que imprime o dinheiro para comprar o título de volta! A QE levanta a estrutura de custos e causa o encolhimento e desaparecimento dos lucros. A QE não é um estímulo.É a destruição do capital".

Na chamada "recuperação" a grande mídia tem batido na mesma tecla durante anos, Willie diz: "Eu acredito que os EUAentrou em uma recessão que não sairá até que o dólar tenha desaparecido. Se calcular-mos a inflação corretamente... veremos uma recessão monstro de 6% ou 7% agora. Eu não penso que a situação melhore até que o dólar seja descartado”. “Portanto, estamos entrando na fase final do dólar".

Para finalizar, Willie diz: "Você quer se livrar de obstáculos políticos? Vá direto para o comércio e negócios. Por que é que a Exxon Mobil continua realizando projetos no Ártico e no mar Negro (na Crimeia) com os russos e suas empresas de energia? Nós já temos empresas de energia dos Estados Unidos desafiando nossas próprias sanções, e mesmo assim estamos processando os bancos franceses por fazerem a mesma coisa. Isso é loucura. Estamos perdendo o controle.

Via Site esquerdista GGN
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Sob a máscara de combater as "alterações climáticas", os programas de "carbono" das Nações Unidas e do Banco Mundial estão a causar uma tomada de terras maciça, uma deslocalização forçada dos povos indígenas sob ameaça de armas, e a causar aquilo que alguns críticos chamam de "genocídio cultural".

Agora, uma coligação de organizações ativistas estão a exigir um ponto final nos controversos esquemas das Nações Unidas que estão a devastar comunidades ao mesmo tempo que estão a colocar em perigo os povos indígenas e as culturas já em risco de extinção. As críticas em torno da contínua promoção dos "créditos de carbono" estão também a escalar a nível mundial por todo o espectro político.


A acusação mais recente de atos de terror e de brutalidade levados a cabo contra civis inocentes, supostamente para combater o "aquecimento global" - que está em modo "pause" há 18 anos, segundo dados meteorológicos indisputáveis - chegam do Quénia. Embora expulsões forçadas por parte das Nações Unidas não sejam novidade, elas estão a acelerar. No ano passado, por exemplo, a ONU revelou um gigantesco programa a eugénico para o Leste Africano com o propósito de diminuir a população. Ainda não é claro se as impiedosas maquinações de dióxido de carbono da ONU e do Banco Mundial se encontram de alguma forma relacionadas.

As vítimas do mais recente abuso foram as comunidades Sengwer da floresta Embobut e das Cherangany Hills do Quénia. Segundo informação veiculada pelo "Forest Peoples Programme", uma organização Britânica sem fins lucrativos que apoia os direitos dos moradores da floresta, no princípio deste ano mais de 1 milhar de casas Sengwer foram queimadas pelas autoridades financiadas pelo Banco Mundial à medida que o governo Queniano desenvolve esforços para desalojar cerca de 15,000 membros das suas terras ancestrais. Erradamente referindo-se aos povos indígenas de "posseiros", os oficiais alegam que o esforço tem como propósito promover a "sustentabilidade".

Em relação às atrocidades, pessoas ligadas ao grupo "Forest Peoples Programme" afirmaram o seguinte:

Vimos dezenas de casas a arder à medida que andávamos pelas das terras comunitárias de Sengwer. Vimos mais de cem casas ou a arder ou que já haviam ardido, e a área estava assustadoramente vazia de pessoas. As pessoas fugiram com medo..... Quando as suas casas são queimadas, os cobertores, a comida e os utensílios de cozinha são também queimados, e consequentemente, as crianças e os idosos ficam expostos ao frio e à fome.

O grupo entrevistou também alguns dos locais cujas comunidades haviam sido arrasadas por parte do "Serviço Florestal" do Quénia, financiado pelo Banco Mundial. Uma viúva de 25 anos, mãe de 4 crianças pequenas, disse o seguinte ao mesmo tempo que a sua casa ardia:


Todos os uniformes escolares, panelas, recipientes de água, copos, foram queimados.... As crianças estão muito tristes porque perdemos tudo. Isto causará a que as crianças e os idosos apanhem pneumonia porque não temos nada com que lhes cobrir durante a noite.

Ela disse também que não houve qualquer tipo de consulta aos locais, ou algum tipo de compensação pela apreensão da propriedade.

Numa carta que denuncia o que uma coligação de 65 grupos sem fins lucrativos qualificou de "genocídio", um porta-voz dos Sengwer, Yator Kiptum, qualificou de "desastre" a destruição das propriedades, a brutalização e os despejos forçados. Ele é citado, dizendo:

O governo do Quénia está a levar-nos à extinção.

A carta ressalva também que os esquemas são uma violação da lei Queniana, da constituição, dos acordos em torno dos direitos humanos, e de várias ordens legais.

Também este ano, o grupo "Survival International", grupo que opera junto dos povos tribais por todo o mundo, documentou atrocidades governamentais semelhantes na floresta Mau do Quénia. Nesse local, oficiais governamentais destruidores, apoiados por organizações globalistas, têm estado a perseguir e a forçar a expulsão dos membros da tribo Ogiek, descrita como a última tribo caçadora-colectora em África. As tribos podem desaparecer por completo se não forem tomadas medidas para limitar as autoridades e os seus embustes de "carbono". Informações locais sugerem que as pessoas envolvidas na resistência à expulsão forçada dos Ogiek estão também a ser alvo execuções extra-judicias por parte das autoridades.

Aparentemente, os políticos Quenianos e os seus comparsas estão a ficar ricos com os esquemas de tomada de terras - à custa dos pobres povos indígenas cujas comunidades estão a ser queimadas até ao chão. Para além da corrupção local, a dimensão do problema chega até às Nações Unidas, ao Banco Mundial, ao establishment global, e aos vários esquemas "climáticos" internacionais.

De facto, as expulsões que estão a ocorrer são um "resultado directo" dum esquema do Banco Mundial, e "são, efectivamente, financiadas pelo Banco Mundial", segundo uma queixa formal dos Sengwer contra a infame organização. A maior parte do programa em questão, entretanto, deriva do “Reducing Emissions From Deforestation and Forest Degradatio«” da ONU, ou REDD encurtado. Segundo o esquema global, a compra de "créditos de carbono" - alegamente com o propósito de reduzir as emissões de CO2 como forma de parar o "aquecimento global" - está ligada à quantidade de carbono contida nas florestas. Apesar de ser absurdamente demonizada pelas Nações Unidas como "poluição", o CO2 é exalado por todos os seres humanos e é descrito pelos cientistas como "o gás da vida".

Num artigo explosivo publicado este mês no jornal "The Guardian" (em torno da tomada de terras por parte do governo Queniano) o jornalista Nafeez Ahmed explicou:

O sofrimento devastador dos povos indígenas do Quénia é sintomático da abordagem falha para a preservação por parte das agências internacionais. . . . Na práctica, os esquemas do programa REDD permitem, em larga escala, que as companhias acelerem a poluição ao mesmo tempo que compram, a preço de banana, terras e recursos no mundo em desenvolvimento.

Terra essa que foi etnicamente limpa dos seus habitantes prévios.

A brutalização dos Quenianos e a maciça tomada de terras começou a acelerar em 2007, quando os "Serviços Florestais" do Quénia deram início a altamente controversa parceria com o Banco Mundial como forma de implementar o assim-chamado projecto “Natural Resource Management”. Desde então, os activistas reportam que as casas de Sengwer têm estado sob um ataque virtualmente sem intervalo por parte das autoridades (com o propósito de desenraizar os povos indígenas). Mal a união entre o Banco Mundial e o governo Queniano foi aprovado, sem qualquer tipo de input por parte dos Sengwer, as comunidades aprenderam subitamente que as suas casas ancestrais encontravam-se dentro duma "reserva florestal", sujeita à destruição e à confiscação.

Numa declaração por si feita, o Banco Mundial tentou distanciar-se das atrocidades, afirmando não estar envolvido e estar "preocupado" com as notícias:


O Banco Mundial encontra-se pronto para dar assistência ao Governo do Quénia com o seu aconselhamento de desenvolvimento fundamentado nas experiências de projectos globais e locais, e para partilhar as melhores prácticas de restabelecimento em linha com as suas políticas de salvaguarda. . . . . Estas [políticas] buscam formas de melhorar ou restaurar os padrões de vida das pessoas afectadas pela recolocação involuntária.

O Banco Mundial afirmou estar a levar a cabo uma investigação, mas entre os críticos esta semi-negação gerou uma repercussão furiosa. A organização com o nome de "No REDD in Africa" (NRAN) - grupo composto por 66 organizações dos direitos humanos que se encontram em oposição ao plano da ONU - emitiu uma declaração onde se lê:


A causa e o efeito são perfeitamente claros: o Banco, no seu altamente controverso papel tanto de financiador do crédito carbono como de corrector, está a ajudar e a ser cúmplice da recolocação forçada duma População Indígena inteira através do seu "Natural Resource Management Plan" (NRMP) que inclui a REDD (Reducing Emissions from Deforestation and Forest Degradation).

A NRAN afirmou que o facto mais perturbador da resposta do Banco Mundial foi a disponibilidade do mesmo em ajudar o governo do Quénia no realojamento "involuntário":

O Banco Mundial está, ao mesmo tempo, a admitir a sua cumplicidade no realojamento forçado do Povo Sengwer bem como a disponibilizar-se para pactuar com o governo Queniano para ocultar o genocídio cultural.

O Povo Sengwer, afirmou a NRAN, enfrenta agora "a aniquilação completa sob a fachada de "conservação" levada a cabo pelo REDD.”


A rede No REDD qualificou o que se está a passar de "colonialismo carbono", para além de alegar que o plano da ONU está "a emergir como uma nova forma de colonialismo, subjugação económica e um fomentador de confiscação de terras tão gigantesca que ela pode ser considerada uma confiscação continental."


A carta, assinada por mais de 300 organizações focadas nos direitos humanos e mais de 5 dúzias de organizações internacionais, forneceu às autoridades Quenianas, bem como as entidades planetárias envolvidas no esquema e outras mais, uma lista de exigências:


Exigimos que os governos, as companhias, os negociantes de carbono, o Banco Mundial e as Nações Unidas, incluindo a UN-REDD, UNEP, UNDP [United Nations Development Programme] bem como outras organizações, que cancelem imediatamente estes prejudicias esquemas REDD, bem como outros esquemas de carbono.

Até oficiais internacionais envolvidos com as maquinações REDD da ONU manifestaram indignação com os desenvolvimentos. Tony La Vinã, antigo presidente da REDD ONU, disse o seguinte ao The Guardian:


Os mercados de carbono, quando estiverem operacionais, têm que dar o seu apoio à administração florestal das pessoas que lá vivem, e não dar apoio aos governos nacionais com mais uma ferramenta com a qual desapossar os cidadãos dos recursos naturais que eles trataram e dos quais dependem há várias gerações.

Tal como a "The New American" reportou, as atrocidades a decorrer no Quénia dificilmente são as primeiras que os esquemas de "compensação de carbono" que as Nações Unidas, a União Europeia e outras organizações ocidentais fomentam, geram repercussão devido à brutalização das pessoas e destruição das suas casas. No Uganda, por exemplo, dezenas de milhares de camponeses inocentes viram as suas povoações queimadas de modo a que as instituições [globalistas] pudessem plantar árvores de "crédito de carbono" nas suas terras. Reportagens de crianças a serem assassinadas e espancamentos brutais fizeram manchetes de jornais. Dezenas de assassinatos Hondurenhos ocorridos em 2011 foram também ligados à tomada de terras apoiada pela ONU em esquemas de "carbono".

Outras tomadas de terras gigantescas apoiadas por múltiplas instituições globalistas estão a ocorrer em todo o mundo, ironicamente, algumas delas sob o disfarce de serem formas, segundo tratados da ONU, de "proteger" os povos indígenas. No Brasil, por exemplo, aldeias inteiras foram recentemente esvaziadas sob ameaça de armas por parte de tropas federais com logotipos da ONU, sob o facilmente refutável pretexto de "devolver" as terras a um punhado de índios que nunca haviam vivido nessas terras.

Com as acusações de genocídio cultural no Quénia actualmente nas manchetes dos média de maiores dimensões no Ocidente, a revolta contra os vendedores de esquemas de "compensação de carbono" - a ONU, o Banco Mundial, a União Europeia, os governos Europeus, políticos corruptos do Terceiro Mundo, e muitas outras organizações internacionais - está a crescer rapidamente. No entanto, ao mesmo tempo que as teorias em torno do alarmismo climático continuam a cair, tornou-se claro que sem um clamor enorme, as atrocidades e a tomada de terra por todo o mundo irá continuar sob qualquer pretexto.


Fonte: http://bit.ly/1pqXrll
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Basicamente, o que isto significa é que o alarmismo climático nada mais é que uma das muitas formas através da qual as organizações globalistas concentram nas suas mãos porções cada vez maiores de terras. A teoria da Nova Ordem Mundial (a unificação política, económica e religiosa forçada das nações do mundo) torna-se difícil de negar quando as evidências em seu favor estão absurdamente patentes aos olhos de quem quer ver.

Via: http://omarxismocultural.blogspot.pt/
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Um juiz federal afirmou que os EUA deveriam adotar o pelotão de fuzilamento como método de execução, em vez de injeção letal.

Os comentários de Alex Kozinski, juiz supremo do 9 º Circuito, veio apenas alguns dias antes Arizona assassino Joseph Rudolph Madeira levou quase duas horas para morrer depois de ser administrado medicamentos para a sua execução.

Kozinski disse: "A guilhotina é provavelmente melhor, mas parece inconsistente com o nosso ethos nacional. E a cadeira elétrica, enforcamento e a câmara de gás são cada sujeito a percalços ocasionais. O pelotão de fuzilamento me parece a mais promissora.

"O uso de drogas destinadas para pessoas com necessidades médicas para a realização de execuções é uma tentativa equivocada de mascarar a brutalidade das execuções, fazendo-os olhar sereno e tranquilo -. Como algo que qualquer um de nós pode experimentar em nosso momento final '

O juiz foi ao ar suas opiniões como madeira travaram uma intensa batalha judicial de última hora que desafiou o Estado sobre as principais informações sobre quem fornece drogas injetáveis ​​letais e como eles são administrados.

A execução ocorreu depois que o Supremo Tribunal dos EUA negou vários apelos que procuram detalhes sobre métodos de execução do Estado.

Houve várias execuções polêmicas recentemente, incluindo a de um preso Ohio, em janeiro, que bufou e engasgou durante os 26 minutos que levou-o a morrer.

Via: http://www.dailymail.co.uk/
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