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O motivo pelo qual algumas pessoas estão pedindo impeachment a meu ver parece equivocado. As supostas fraudes nas urnas eletrônicas fazem parte das regras do jogo combinadas entre as partes. Não vejo que isso dê resultados. Mas cada um é cada um…

Só que a declaração de vários tiranetes da América Latina afirmando que a vitória da presidente Dilma está diretamente relacionada a “ações revolucionárias” de países como Venezuela, aí sim é motivo para impeachment. (Além, é claro, do aparelhamento estatal, especialmente na campanha, e a corrupção endêmica)

E já passou da hora de Dilma ser chamada ao Congresso para explicar o que significa o termo “Pátria Grande” proferido por esses tiranetes.

Veja o que disse Cristina Kirchner logo após a eleição:

"Querida companheira e amiga Dilma, felicidades pelo triunfo. Grande vitória da inclusão social e da integração regional, um passo a mais para a consolidação da pátria grande."

Claro que todos já sabem o que o termo significa: traição à Pátria e violação da soberania nacional. Não existe “Pátria Grande”. Existe a Pátria.

Você ainda não está indignado? Então, deixe-me explicar em mais detalhes o que significa violação da soberania nacional junto com traição à Pátria.

Você paga seus impostos para um governo que deveria para governar para você, certo? Então por que esse dinheiro está sendo usado para financiar países devastados economicamente de propósito por seus líderes?

Basicamente, é assim: Cristina Kirchner e Nicolas Maduro são como vampiros do estado, que já deixaram suas vítimas exangues. E agora estão atrás do nosso sangue.

A presidente Dilma está claramente governando contra os interesses de nossa nação, em benefício de seus companheiros bolivarianos.

O que vamos ganhar com alianças e financiamentos para Argentina e Venezuela ao invés de alianças mais fortes com México, Colômbia e outros países civilizados? Neca de pitibiriba.

A traição à pátria está mais do que comprovada.

Veja abaixo um vídeo estarrecedor, no qual Maduro detalha a importância da vitória de Dilma para as “ações revolucionárias” de seu país.

Via: http://lucianoayan.com/
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Duvido que acontecerá alguma coisa... Se for encontrada alguma irregularidade (é óbvio que tem), a eleição deve ser cancelada, e então, marcada uma nova eleição.

O PSDB entrou nesta quinta-feira (30) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com um pedido de auditoria a fim de que se verifique a "lisura" da eleição presidencial.

Na solicitação apresentada pelo coordenador jurídico da campanha do candiato derrotado Aécio Neves, deputado federal Carlos Sampaio (PSDB-SP), o partido sugere a criação de uma comissão com representantes do tribunal e de partidos para verificar o sistema que apura e faz a contagem dos votos.

O texto protocolado diz que a confiabilidade da apuração e a infalibilidade da urna eletrônica têm sido questionadas pela população nas redes sociais.

O G1 procurou as assessorias do presidente do Tribunal Superior Eleitoral, José Dias Toffoli, e do procurador-geral eleitoral, Rodrigo Janot, que informaram que eles não irão se manifestar.

“Não tem nada a ver com pedido de recontagem dos votos nem estamos questionando o resultado. Só queremos evitar que esse sentimento de que houve fraude continue a ser alimentado nas redes sociais”, justificou Sampaio ao G1. “O pedido é em defesa do tribunal”, declarou.

Na eleição, o candidato a presidente pelo PSDB, Aécio Neves, teve 51 milhões de votos (48,36%) contra 54,5 milhões (51,64%) da presidente Dilma Rousseff, reeleita pelo PT.

Na petição, o PSDB cita denúncias e desconfianças na internet e nas redes sociais, argumenta que a sociedade está questionando a veracidade do resultado das eleições e diz que a auditoria é necessária para garantir a “confiança do povo brasileiro no processo eleitoral”.

Para fazer a auditoria, o PSDB propõe a formação de uma comissão composta por representantes de todos os partidos a fim de verificar os sistemas de votação e apuração, com perícia sobre os equipamentos e softwares.
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“É justamente com o objetivo de não permitir que a credibilidade do processo eleitoral seja colocada em dúvida pelo cidadão brasileiro que nos dirigimos neste momento à presença de Vossas Excelências para, respeitosamente, requerer a Vossa Excelência que permita a realização de um processo de auditoria nos sistemas de votação e de totalização dos votos, por uma comissão de especialistas formada a partir de representantes indicados pelos partidos políticos, mediante os seguintes procedimentos”, diz o PSDB no pedido protocolado no TSE.

Ao G1, o advogado da campanha do PSDB Flávio Henrique Pereira disse que o objetivo é "reestabelecer" a credibilidade da apuração dos votos. “Basta uma pequena análise na internet para ver que surgem dúvidas de todos os lados. Defendemos que se faça a auditoria para restabelecer a credibilidade do sistema”, disse.

Para viabilizar os trabalhos da comissão que pretende ver criada, o partido requer acesso às cópias dos boletins de urna de todas as sessões eleitorais do país, dos arquivos eletrônicos que compõem a memória de resultados, de cópia eletrônica dos logs originais e completos das urnas eletrônicas, dos arquivos eletrônicos contendo logs detalhados, originais e completos, correspondentes à transmissão e ao recebimento de todos os dados de apuração.

Além disso, o PSDB solicita acesso a todos os registros técnicos sobre a atualização do sistema de operacionalização do segundo turno da eleição presidencial; acesso aos programas de totalização de voto utilizado pelos tribunais regionais eleitorais e o TSE; e acesso aos programas e arquivos de algumas urnas eletrônicas utilizadas na eleição.

Via: O globo
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Na noite desta terça (28) a presidente reeleita Dilma Rousseff deu uma entrevista ao “SBT Brasil”, onde falou sobre algumas das propostas que defenderá no seu segundo mandato. Entre elas estão dois assuntos bastante polêmicos, como a regulação da mídia e o projeto de lei 122/2013, que criminaliza a homofobia.

Embora muitos temam que uma regulamentação da mídia seja sinônimo de censura, Dilma afirmou: “Não vou regulamentar a mídia no sentido de interferir na liberdade de expressão. Vivi sob a ditadura. Sei o imenso valor da liberdade de imprensa. Agora, como qualquer setor econômico, ela [a mídia] tem que ter regulações econômicas”, segundo o portal UOL.

Ainda durante o período eleitoral, Dilma já avisara que tinha “compromissos com a população LGBT”, e no portal oficial de sua campanha, explicitava seu desejo de garantir “o direito à união estável e à adoção de crianças, bem como o reconhecimento social das famílias homoafetivas”.

No programa do SBT, voltou a defender a criminalização da homofobia, que classificou de “barbárie”. Ao ser questionada sobre o casamento de pessoas do mesmo sexo, Dilma apenas defendeu que o Supremo Tribunal Federal já reconheceu a união civil de homossexuais.

Ao falar em “desenterrar” a PL 122, Dilma mostra por que perdeu este ano o apoio de vários políticos evangélicos que estavam ao seu lado em 2010. Mesmo tendo se comprometido em não mexer nas leis que contrariavam as bandeiras históricas da bancada evangélica, a presidente retoma um assunto que durante ano foi combatido por lideranças religiosas católicas e evangélicas.

Criado em 2006 pela senadora petista Marta Suplicy, a PL 122 sempre foi motivo de polêmica, pois poderia caracterizar como crime, por exemplo, qualquer pastor que pregue contra a homossexualidade. Em 2012, odeputado Marco Feliciano já pedia que houvesse uma mobilização nacional dos que são favoráveis à liberdade de expressão e dos que não concordam com a ideologia homossexual.

“Sem isso seremos amordaçados e punidos por não concordarmos com tais atitudes e comportamentos e perderemos o direito da livre expressão do pensamento conquistada e garantida pela declaração de direitos humanos”, aponta.

No ano passado, o senador Magno Malta (PR-ES) já alertava: “Não adianta na época de eleições tomar café com pastor, visitar as igrejas e depois de eleitos, defenderem projetos contra a família, da forma que foi concebida por Deus. Nós vamos nos posicionar contrários aos políticos que defendem essa ideologia homossexual”.

Ainda objeto de especulação, ao falar em regulação da mídia, muitos analistas afirmam que isso poderá prejudicar as igrejas que compram espaço no rádio e na televisão para exibir programas religiosos.

Outro aspecto que chama atenção quando se fala no assunto é que essa é uma pauta definida como prioritária pelo Foro de São Paulo, organização criada em 1990 por Fidel Castro, “com o propósito de ser um aparato unificador do comunismo em toda a América Latina. Sua intenção foi dar um novo alento ao regime comunista de Cuba após a queda do muro de Berlim e a descida da União Soviética. A ideia, em 1990, era tomar inicialmente o controle de dois países poderosos da América Latina: Brasil e Venezuela, para desde lá financiar a rendição do resto da América Latina aos pés do castro-comunismo”.

Nos últimos anos, foram aprovadas normas para regulamentar a mídia na Venezuela (2000), na Argentina (2009) e na Bolívia (2011). Isso aconteceu ao mesmo tempo em que esses governos se aproximavam dos ideais socialistas e que acarretou no enfraquecimento das oposições.

Gospel Prime
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João Pedro Stédile, líder do MST e o presidente venezuelano Nicolás Maduro

Veja o que este blog encontrou num dos sites do governo da Venezuela. É o site do Ministério do Poder Popular Para as Comunas e Movimentos Sociais.

Vamos traduzir: enviaram para o Brasil um grupo socialista-bolivariano, um dos orgulhos do presidente Maduro, que vai firmar acordos com os nossos Sem Terra. Os bolivarianos estão percorrendo o Brasil e em dois dias terão estado em São Paulo e Paraná.

Para Dilma tudo bem que tenha perdido no Congresso da lorota dos conselhos populares. Quem precisa deles oficialmente? Já acontecem diariamente, com passagens pagas por Maduro. Veja o que o site venezuelano diz:

“No âmbito da visita ao Brasil do vice-presidente de Desenvolvimento de Socialismo Territorial, Elias Jaua, foram assinados uma série de acordos na terça-feira, nas áreas de treinamento e desenvolvimento de comunidade, entre a produtividade do governo bolivariano e do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra Terra do Brasil (MST), em Guararema, estado de São Paulo.

O Ministro de Comunidades e Movimentos Sociais disse que os acordos visam aumentar a capacidade de compartilhamento de experiências de formação “para fortalecer o que é essencial para uma revolução socialista, o que é treinamento, conscientização e organização do povo para defender o que foi alcançado e avançar na construção de uma sociedade socialista “.

O MST é uma organização fundada em meados dos anos 80 que surgiu entre os setores rurais do Brasil para lutar pela reforma agrária e promover o desenvolvimento sustentável e coletivo no campo brasileiro.

Espera-se também que nesta quarta-feira (29) visita à cidade de Curitiba seja realizado acordo para uma consultoria com o prefeito, pois, segundo Elias Jaua a cidade é modelo na gestão local”

Via: https://br.noticias.yahoo.com
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Se você ainda não está assustado com a nova fase do governo Dilma Rousseff é por que não está prestando atenção com cuidado. Leia agora a matéria Dilma: polícias não devem ficar sob controle dos estados, da Carta Capital:

"A presidenta Dilma Rousseff defendeu que os estados tenham menos controle sobre as policias em entrevista à rede de televisão norte-americana CNN exibida na última quarta-feira, 9. Em sua fala, ela afirmou que são necessárias mudanças na Constituição para que a segurança deixe de ser uma atribuição das unidades federativas.

“O combate à criminalidade não pode ser feito com os métodos dos criminosos. Muitas vezes isso ocorre, e nós não podemos também deixar intocada a estrutura prisional brasileira”, disse Dilma, após ser questionada sobre a alta letalidade da Polícia Militar. “Eu acredito que nós teremos de rever a Constituição. Por quê? Porque essa é uma questão que tem de envolver o Executivo federal, o estadual, a Justiça estadual e federal. E porque também há uma quantidade imensa de prisioneiros em situações sub-humanas nos presídios.”

Na entrevista, Dilma disse que a letalidade da polícia “talvez seja um dos maiores desafios do Brasil”. Em sua pergunta, a jornalista Christiane Amanpour disse que a atuação da polícia brasileira “parece ser um legado ruim desse tipo de tortura, ditadura e da falta do Estado de direito que a presidenta combatia”.

Atualmente, segundo a Constituição, as policiais federais são as únicas controladas pelo Governo Federal. A Polícia Civil e a Militar são controlados pelos estados e, no caso desta última, seus agentes respondem por seus crimes na Justiça Militar.

As declarações de Dilma foram feitas na semana seguinte à divulgação do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. O estudo indica uma grande responsabilidade dos policiais na elevada taxa de homicídios no País. Em 2012, a polícia matou cinco cidadãos por dia no Brasil, quatro vezes mais do que nos Estados Unidos e duas vezes e meia o índice registrado na Venezuela, segundo o anuário estatístico."

Exatamente em uma época onde vemos o PT se mostrar o partido mais depravado da história nacional, tanto pelas denúncias de corrupção e aparelhamento como pela campanha mais sórdida já feita, Dilma propõe centralizar todos os policiais sob sua responsabilidade.

O discurso de Dilma é claramente embusteiro do início ao fim.

Em outros momentos ela já usou o truque de dizer que colocar todos os policiais debaixo de seu guarda-chuva daria “melhor coordenação”, o que a ser ofensivo à inteligência, pois a mesma coordenação poderia ocorrer com estruturas hierárquicas separadas. A colaboração em termos de troca de informações poderiam ser definidas por lei, sem necessidade de todos estarem “subordinados” a ela.

É claro que tudo não passa da ideia de ter todo o poder de coerção nas mãos de um único partido. É assustador notar que quase todas as ações de Dilma após a reeleição se baseiam em tentar golpes de estado.

Se a lista já tinha uso de plebiscitos, assembleia constituinte, decreto bolivariano e censura de mídia, agora tem a subordinação de toda a força policial existente para um governo totalitário.

Você confiaria em uma força policial integralmente subordinada a Dilma Rousseff?

A quantidade de afronta nessa proposta é tão grande que parece que ela está querendo provocar alguma manifestação violenta para ter pretexto de usar a força.

Não vamos cair nestas provocações e desmascarar esses embustes da forma mais democrática possível.

Via: http://lucianoayan.com/
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Um submarino nuclear russo da classe Borey, testou com sucesso um míssil estratégico Bulava, informou o Ministério da Defesa russo. O míssil balístico foi lançado a partir de uma posição submersa com todos os 16 foguetes a bordo do submarino durante o teste.



O submarino Yuri Dolgoruky (K-535) disparou o míssil nesta quarta-feira. Todas as ogivas do Bulava atingiram o intervalo de teste Kura na península de Kamchatka, na Rússia, no Extremo Oriente, de acordo com o ministério.

"As ações de disparo do míssil pelo comandante do 1º navio Posto Capitão Vladimir Shirina e equipe do Yuri Dolgoruky são avaliados como profissional e competente", disse um comunicado do serviço de imprensa do exército.

Esta é a primeira vez que tal teste foi realizado com uma carga completa de mísseis Bulava a bordo do submarino, observou TASS.

Com um alcance de funcionamento de 10.000 km, Bulavas são capazes de transportar 10 hipersônicos, orientados individualmente, ogivas nucleares manobráveis ​​com um rendimento de 100-150 mil toneladas cada.

Submarinos da Classe Borey "stealth" foram projetados para tornar-se a espinha dorsal de dissuasão nuclear da Rússia baseada no mar, com Bulava sendo sua arma nuclear de escolha. O míssil tem um histórico de testes um pouco problemático, com falhas técnicas que assolam alguns dos primeiros lançamentos.

Em 2020, o Ministério da Defesa russo planeja ter oito submarinos da classe Borei.

Os subs apresentam várias características superiores a qualquer submarino atualmente em serviço, tais como a capacidade de cruzeiro em silêncio e ser menos detectáveis ​​por sonares.

Lançado em fevereiro de 2008, os Yuri Dolgoruky juntaram às fileiras de Marinha russa em 2013.

FONTE: RT - http://rt.com/news/200659-russia-nuclear-sub-test/
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Se a pessoa for pega com droga ilícita em quantidade suficiente para o uso por até cinco dias, ela deve ser enquadrada como usuária e não traficante, a não ser que outros fatos apontem para o contrário.

A proposta consta de um projeto de lei aprovado, nesta quarta-feira (29), pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado e segue para quatro comissões e para análise da Câmara. O texto também pretende desburocratizar a importação de substâncias presentes na maconha para fins medicinais, reorganizar o atendimento aos dependentes e definir formas de uso dos bens de traficantes.

Em seu texto substitutivo, o senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) estabelece que caberá ao Poder Executivo definir as quantidades, para cada droga, do que seria considerado o uso pessoal por cinco dias. Como exemplo, cita que uma pesquisa da Fiocruz identificou 16 pedras de crack como padrão de uso diário nas capitais –ou 80 pedras por cinco dias.

O senador diz que a ideia não é liberar o porte de drogas –que continua como crime na lei–, mas minimizar a subjetividade na diferenciação entre usuários e traficantes, o que, em sua avaliação, acaba sendo influenciado por questões sociais e econômicas da pessoa pega com drogas.

O critério para a proteção do usuário foi incluído após solicitação do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que sugeriu uma quantidade maior de drogas –para o consumo por até dez dias–, segundo o relatório.

O substitutivo também pretende facilitar a importação de produtos derivados da Cannabis, como o CBD e o THC, desde que para fins medicinais. O texto propõe que a importação desses produtos seja liberada desde que com a presença de uma prescrição médica e autorização do órgão federal.

Hoje, essa importação já é feita pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que avalia caso a caso e exige uma série de documentos, como prescrição e laudo médicos.

Se o projeto virar uma lei, de fato, a eventual mudança no atual procedimento da Anvisa ainda dependeria de o governo federal regulamentar a nova lei e definir um novo procedimento a ser realizado pela Anvisa.

Procurada, a Anvisa afirmou que tanto a definição das quantias de droga para cinco dias como um eventual novo procedimento para liberar derivados da maconha dependerão da regulamentação a ser feita pelo governo federal caso o texto seja aprovado pelo Congresso.

Não consta do texto aprovado nesta quarta uma proposta que havia sido feita pelo senador em uma primeira versão de seu substitutivo: a restrição da propaganda em rádio e TV de bebidas alcoólicas e a obrigatoriedade de essas bebidas carregarem advertências à saúde –aos moldes do que hoje ocorre com o cigarro.

O senador acatou uma emenda do colega Romero Jucá (PMDB-RR) para que essas duas propostas fossem retiradas do texto por extrapolar "o escopo da iniciativa congressual, que diz respeito, essencialmente, a drogas ilícitas". O relator informa que pode voltar ao tema em uma outra proposta.

Via: http://www1.folha.uol.com.br/
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Enquanto a organização terrorista conhecida como Estado Islâmico ainda domina partes da Síria e do Iraque, uma nova geração cresce à sombra do fundamentalismo islâmico.

Uma denúncia da mídia na última semana assustou até mesmo especialistas em terrorismo. Vídeos vem sendo publicados, mostrando com orgulho o que já é chamado de “escola do terror”.

Além de estudar o Alcorão, crianças a partir dos quatro anos já atiram com rifles AK-47, aprendem a torturar e decapitar os “inimigos”. Para os meninos que crescem em acampamentos do Estado Islâmico, a palavra educação tem um sentido muito diferente do resto do mundo.


Seu nome oficial é “Escola da Jihad”, onde os filhos dos combatentes vão se acostumando desde muito cedo com os horrores da guerra. Em alguns deles, soldados ensinam táticas militares e fazem as crianças repetir palavras de ódio contra cristãos e judeus. Para os especialistas, o material divulgado na internet é uma tentativa de mostrar a “utopia” do mundo sob o governo do califado.

O relatório do Conselho de Direitos Humanos da ONU classifica como “crime de guerra” – o recrutamento e a utilização militar de crianças com menos de 15 anos. Alheio a isso, desde 29 de junho, quando o califado foi anunciado ao mundo, diferentes informações provam que um número crescente de voluntários se juntando à causa do EI.

Muitos deles são ocidentais atraídos pelas promessas de viver em um local onde a sharia (lei islâmica) é vivida à risca. Com os bombardeios da coalizão liderada pelos Estados Unidos, a aposta é no uso dos recém-formados na escola jihadista, segundo o próprio Estado Islâmico anunciou em uma de suas contas nas redes sociais.

As Nações Unidas já constataram que a ISIS “estabeleceu campos de treinamento para recrutar crianças para a luta armada sob o pretexto de educação religiosa”. Nos acampamentos, as crianças recrutadas treinam ao lado dos adultos e protagonizam cenas que são um choque para o restante do mundo. Há informações de que elas podem ser usadas em missões suicidas, carregando bombas em seus corpos.

À rede CNN, ativistas de direitos humanos condenaram os vídeos, afirmando serem “profundamente perturbadores”. Kristyan Bento, gerente da campanha da Anistia Internacional para a Síria no Reino Unido, disse: “Esses vídeos supostamente ‘inspiradores’ são realmente novas evidências de que o EI está cruelmente roubando a infância de um número incontável de jovens, fazendo lavagem cerebral e expondo-os a perigos terríveis”.

O assunto foi destaque na imprensa dos EUA e Reino Unido. Os vídeos surgem cerca de dois meses depois das fotos de crianças usando armas e carregando cabeças de “infiéis”. Contudo, dessa vez ficou provado que é uma operação planejada e constante, não uma situação esporádica.

A existência de escolas de terror similares na Palestina já foi denunciada, onde da mesma forma crianças muçulmanas aprendem a odiar judeus e cristãos.


Com informações de Independent e Prophecy News


Assista: