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Califórnia?
Seria por causa da contaminação radioativa oriunda de Fukushima?

Um 'mistério' tem causado curiosidade em banhistas americanos: milhares de vellelas (uma espécie de hidrozoário marítimo) invadiram as areias das praias americanas, sendo encontradas do sul da Califórnia até British Columbia. As informações são do Daily Mail.

Bilhões destas criaturas marítimas apareceram nas praias - e ainda não se sabe o que teria causado este fenômeno. O professor de Biologia da Faculdade da Península de Monterey disse que o número de Velellas que se encontram nas areias ainda é incerto, mas seus alunos contaram mais de milhares por metro quadrado. “Estes números crescem rápido demais”, disse.

As criaturas são semelhantes à água-viva, causando uma substância para atordoar suas presas

Estas criaturas são semelhantes à água-viva, liberando uma substância para atordoar suas presas - embora não seja capaz de causar muita dor em seres humanos.

O guia de viagens, Michael Ellis, disse que velellas são comuns e se encontram em todos os oceanos do mundo, mas pouco se sabe sobre suas vidas.

Via: http://noticias.terra.com.br/
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O biólogo britânico Richard Dawkins, autor de livros como "Deus, um delírio" e "O gene egoísta", criou polêmica nas redes sociais ao dizer que seria imoral para uma mãe manter uma gravidez se soubesse que o feto tem síndrome de Down, segundo informa o jornal “The Guardian”.

Ele fez o comentário no Twitter em resposta a uma usuária que disse que enfrentaria um "verdadeiro dilema ético" se descobrisse que está grávida de uma criança com Down. “Aborte e tente de novo. Seria imoral trazê-lo ao mundo se você tiver escolha”, escreveu o professor da Universidade Oxford, famoso por ser um difusor do ateísmo e crítico do criacionismo.

Dawkins passou a ser muito criticado pelo comentário. Uma mãe de criança com Down disse que “lutaria até meu último suspiro pela vida" de seu filho "sem dilema”.

O britânico então escreveu um texto em seu site desculpando-se por alimentar uma polêmica nas redes sociais e tentando explicar melhor o que quis dizer. “Minha fraseologia sem tato pode ter sido vulnerável a mal-entendidos, mas não posso deixar de sentir que pelo menos metade do problema está em uma ânsia desenfreada de não entender", escreveu.

“Se a sua moralidade é baseada, assim como a minha, em um desejo de aumentar o total de felicidade e reduzir o sofrimento, a decisão de deliberadamente dar à luz um bebê com Down quando você tem a opção de abortar no início da gravidez, pode de fato ser imoral do ponto de vista do bem estar da própria criança”, argumentou Dawkins.

“Aqueles que pensaram que eu estava autoritariamente dizendo a uma mulher o que fazer em vez de deixá-la escolher, é claro que isso não era absolutamente a minha intenção, e peço desculpas se a brevidade (das mensagens no Twitter, que só comportam 140 caracteres) fez parecer assim”, prosseguiu o biólogo.

“Minha verdadeira intenção era, como já foi referido anteriormente, simplesmente dizer o que eu pessoalmente faria, com base na minha própria avaliação da pragmática do caso, e minha própria filosofia moral que, por sua vez, é baseada num desejo de aumentar a felicidade e reduzir o sofrimento".

Via: G1
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Por Gisele Emerick

Coordenador da ONU contra a epidemia de Ebola, o médico britânico David Nabarro, declarou à Agência France Presse que quer preparar as estruturas sanitárias para enfrentar uma nova degradação, "se for necessário", no início de seu giro pelos países africanos afetados pela epidemia.

"Estou decidido a garantir que cada elemento do nosso aparato esteja em nível ótimo com a finalidade de enfrentar uma explosão, se for necessário", declarou Nabarro à AFP durante uma escala no aeroporto de Conacri, a caminho de Monróvia, afirmando desconhecer se a epidemia vai se agravar.

"Talvez estejamos perto de um avanço (na região da epidemia), mas que em seguida recairá, talvez estejamos em uma fase, em um ponto de inflexão, onde ela vai aumentar, mas eu não posso, absolutamente, me pronunciar", afirmou a epidemiologista britânica.

"O que devemos fazer é ter cenários precisos do trajeto que acreditamos que ela vá seguir, mas no momento eles são rudimentares", admitiu.

O doutor Nabarro, que chegou à noite na Libéria, primeiro país de seu giro pela região, antes de Serra Leoa, Guiné e Nigéria, indicou à AFP que deve passar dois dias em cada país.

"Estou a caminho de ver onde irei em seguida depois disto, mas devo voltar rapidamente a Genebra e a Nova York (nr: sede da OMS e da ONU, respectivamente) para prestar contas aos chefes a fim de me assegurar de que nós estamos fazendo tudo o que podemos para resolver isto o mais rápido possível", acrescentou.

A epidemia de Ebola já matou 1.350 pessoas, sendo 576 na Libéria, 396 na Guiné e 374 em Serra Leoa, segundo o último balanço da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado em 18 de agosto.

Na noite desta quinta-feira, o ministério da Saúde da República Democrática do Congo (RDC) informou que 13 pessoas morreram vítimas de uma febre hemorrágica "de origem indeterminada" desde o dia 11 de agosto no noroeste do país.

"Treze pessoas faleceram desde 11 de agosto por uma febre hemorrágica que origem indeterminada. As treze pessoas mortas tiveram febre, diarreia, vômitos e, na fase terminal, vômitos de material escuro", revelou o doutor Félix Kabange Numbi.

No momento, "cerca de 80 pessoas que mantiveram contato" com as vítimas estão sendo atendidas em casa em quatro áreas sanitárias delimitadas, em Boende Moke, Lokolia, Watsikengo e Lokula", situadas no território de Boende, província do Equador.

Segundo Numbi, foram extraídas amostras que serão analisadas no Instituto Nacional de Pesquisa Biomédica (INRB) e no laboratório gabonês de Franceville para determinar a origem exata da enfermidade, e os "resultados devem sair em sete dias".

Via: G1
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A cena é forte. Um americano foi degolado por um membro da organização terrorista EIIL (Estado Islâmico no Iraque e Levante). A cena foi filmada e divulgada com o objetivo de retaliar os recentes ataques aéreos dos EUA contra terroristas do EIIL.

James Foley: ativista esquerdista pró-islamismo e anti-Israel

James Foley era um americano esquerdista que acreditava que o islamismo é uma religião de paz e amor. A revista FrontPage disse que Foley era de uma nova espécie de ativistas que se autointitulam jornalistas. Por isso, ele não havia ido ao Oriente Médio para noticiar, mas para promover sua agenda. E essa agenda era evidente a partir do que ele mesmo dizia publicamente pelo Twitter.

A perda de toda vida humana é trágica, mas Foley era propagandista de terroristas islâmicos que acabaram cortando-lhe a cabeça. Um homem de princípios morais teria tido mais compaixão dos cristãos, porém a preferência de Foley eram os islâmicos que torturam, estupram e decapitam cristãos. Ele havia ido à Síria para apoiar os rebeldes islâmicos contra o governo sírio.


De acordo com FrontPage, ele aplaudiu quando os terroristas islâmicos estavam lutando para exterminar os cristãos da cidade de Aleppo. No conflito entre Israel e o grupo terrorista Hamas, os tuítes dele eram pura propaganda pró-terrorismo. Seu entusiasmo pelos rebeldes muçulmanos sírios não parece ter sido correspondido. A ala mais radical desses rebeldes, ligados à al-Qaida e que hoje são o EIIL, o raptou. Pouco tempo antes, quando um real jornalista havia sido sequestrado pelos rebeldes, Foley zombou do caso. Na mente dele, os rebeldes nunca cometeriam tal maldade.
Ele zombava de notícias que tentavam mostrar o horror que os cristãos estavam sofrendo nas mãos dos islâmicos. Para ele, isso não passava de “islamofobia” — ódio aos muçulmanos. De acordo com FrontPage, Foley era fanaticamente anti-Israel.

James Foley e seu executor islâmico

O que é intrigante no episódio não é só a estupidez esquerdista suicida de Foley, que hoje é retratado como “mártir,” mas a atitude da imprensa americana, que sempre escolheu manter os olhos fechados para as atrocidades que os cristãos estão sofrendo dos rebeldes islâmicos. Agora, essa mesma imprensa trata como “herói” um americano que louvava os massacradores islâmicos e nunca imaginava que um dia ele próprio sofreria o mesmo destino de milhares de cristãos que são degolados na Síria e Iraque sem que jornalistas e ativistas esquerdistas demonstrem uma só gota de compaixão.

Com informações do site Shoebat e FrontPage.
Fonte: www.juliosevero.com
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Acossado por um desabastecimento que provoca inflação e mau humor até em antigos simpatizantes, o governo da Venezuela decidiu marcar de cima o comércio e os consumidores. Implementará um sistema de "controle biométrico" para restringir a venda de produtos na rede atacadista e nos supermercados. Será um cerco ao comprador que queira adquirir o mesmo produto duas vezes numa mesma semana.

Os consumidores terão suas impressões digitais conferidas. Objetivo alegado pelo governo: impedir que se tente acumular produtos ou até contrabandeá-los, em especial para a vizinha Colômbia.

Especialista em comunicação estratégica, o analista Miguel Sogbi critica o controle estatal e a "petroleodependência". Interpreta o "controle biométrico" como uma forma de repassar a responsabilidade pelo desabastecimento à "última ponta da cadeia": o varejo.

— Isso provoca o surgimento de máfias. Os supermercados e o consumidor são prejudicados — diz.

O desabastecimento na Venezuela se intensificou a partir de 2013. Provocou descontentamento e protestos que ganharam as ruas do país. O governo ficou acuado pela classe média e por antigos aliados dos setores mais desfavorecidos, chavistas cuja fidelidade se sustentava nas ações assistenciais.

Entre os produtos da cesta básica que mais têm faltado nas gôndolas nos últimos meses, estão papel higiênico, margarina, óleo de cozinha e farinha de milho, principal ingrediente da arepa — iguaria típica venezuelana. No início do ano, estava em 30% — e o governo deixou de divulgar os índices.

Em razão da escassez, os venezuelanos enfrentam filas nos supermercados e restrição na venda de mercadorias. Para tentar contornar a situação, o governo importou produtos, mas em quantidade insuficiente para atender à demanda. Atribuiu a escassez não à economia, mas à política. Haveria uma tentativa deliberada dos empresários de boicotar o governo para enfraquecê-lo.

O "controle biométrico" deverá funcionar em todos os supermercados e empresas atacadistas. Não foi definido se será restrito a alguns produtos e quais. O governo ainda pretende confiscar bens contrabandeados. A ideia é centrar nesse delito a razão das medidas restritivas.

— A distribuição e a comercialização serão perfeitas, tenho certeza — disse o presidente Nicolás Maduro ao fazer o anúncio.

Não é o que pensa, por exemplo, o presidente da Aliança Nacional de Usuários e Consumidores (Anauco), para quem o sistema será ineficaz.

— O controle tenta pôr panos quentes no desabastecimento. Só piora a situação — afirmou Roberto Parilli.

"O sistema lesa direitos constitucionais"

Órgão que representa os consumidores venezuelanos, a Aliança Nacional de Usuários e Consumidores (Anauco) irá à Justiça contra o "controle biométrico", disse seu presidente, Roberto León Parilli a ZH.

Vocês entrarão na Justiça?
Já sabemos que há grande rejeição à medida, mas ainda não foi implementada. Portanto, ainda não ingressamos com uma demanda coletiva. Poderemos tentá-la assim que se implemente.

Sob quais argumentos?
O sistema biométrico em supermercados e outros estabelecimentos lesa direitos constitucionais. O primeiro direito é o do livre acesso ao consumidor. Isso está previsto no artigo 117 da Constituição. Também temos o artigo 305, que prevê o direito à segurança alimentar. Cabe ao Estado manter a alimentação suficiente para a população. Quando põe uma máquina biométrica no supermercado, para o cidadão, está limitando o poder de compra dele e lesando esses direitos fundamentais. Por isso, estamos à espera de que o sistema seja implementado para tomar as medidas judiciais.

O governo atribui a estratégia ao contrabando para a Colômbia. É isso mesmo o que ocorre?
O problema de fundo é o desabastecimento, não é o contrabando. O que se está fazendo é atingir os direitos dos cidadãos. Para combater o contrabando, não se deve lesar direitos dos cidadãos. Repito: o problema é o desabastecimento. O governo deve aumentar a produção e aplacar o desabastecimento. No Brasil, na Colômbia, não se vê essa castração de direitos.

Quais os dados sobre o desabastecimento na Venezuela?
O Banco Central não publica o índice de desabastecimento há dois meses. Não o faz porque os dados são prejudiciais ao governo. Tapam o mensageiro. Melhor seria reconhecer a escassez e detê-la com transparência. O que não pode é afetar os cidadãos. O último dado oficial foi de 30%. É mais, sabemos. E 30% é um terço da cesta de alimentos e medicamentos.

Como será a fiscalização

Qual o objetivo? Limitar compras de produtos no atacado e no varejo.
Quando começa? O programa piloto, em 90 dias.
Quais os produtos-alvo? Gasolina e alimentos subsidiados pelo governo. Não há detalhes.
Qual o mecanismo? Leitores ópticos de impressões digitais para reconhecer o comprador.
Como funcionará? A mesma pessoa não poderá comprar mesmo produto duas vezes em uma semana.
Qual a escassez e a inflação? Segundo dados oficiais, 30% de desabastecimento e 60% de inflação em 12 meses.
Onde funcionará? "Estabelecimentos e redes distribuidoras e comerciais", anunciou o presidente Nicolás Maduro.

Via: http://zh.clicrbs.com.br
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Uma lógica simples mostra que a Turquia está "na cama com o ISIS". Quando o ISIS começou a demolição de todos os santuários e túmulos, mesmo aqueles que são atribuídos a profetas como Jonas e ícones religiosos, até mesmo muçulmanos, p ISIS explodiu esses lugares santos acusando-os de serem "ímãs" para práticas consideradas como sacrilégios. No entanto, apenas santuários turcos ficaram de fora. Quando se trata do santuário do grande pai dos turcos otomanos, "Suleiman Pasha", dentro da Síria, e nas áreas sob ISIS, não só o ISIS absteve-se de destruir estes, mas facilitou a entrada das tropas turcas a tais santuários, a fim de proteger esses locais.

Quando o grupo muçulmano mais extremista do mundo tem vista para o que é "sacrilégio", tenha a certeza de que há um acordo.

ISIS é um bebê turco que leva o selo-círculo em sua bandeira: "Muhammad (Maomé) é Mensageiro de Alá", que é encontrado em uma réplica do anel de sinete de Maomé no museu de Topkapi em Istambul, Turquia.

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Hoje, o ISIS é estimado em 50 mil combatentes, 5.000 dos quais são turcos, incluindo 3 milhões de simpatizantes turcos, e o governo turco não demonstrou qualquer preocupação.
Do que temos observado pelas fontes de armamentos, os do ISIS e da al-Nusra podem vir da fronteira com a Jordânia, mas a quantidade maior de armas, de acordo com relatórios e investigações e de acordo com a Resolução 2170 veio da Turquia. Isto é confirmado quando um comandante do ISIS, identificado como Abu Yusef, que viajou para a cidade de Reyhanlı no sul da província de Hatay, explicou que recebeu a maior parte de seus suprimentos de toda a fronteira com a Turquia até a recente repressão contra eles:

"Estamos habituados a ter alguns combatentes - até mesmo membros de alto nível do Estado islâmico - sendo tratados em hospitais turcos. E também, a maioria dos combatentes que se juntaram a nós no início da guerra vieram através da Turquia, e assim fizemos o nosso equipamento e materiais ", Yusef disse ao Washington Post.

Se o ISIS não é um "bebê turco", por que estaria ela, Turquia, abstendo-se de entrar na aliança EUA-França para livrar o mundo dos possessos por demônios?
A Turquia nada ofereceu quando os EUA se prontificaram por arremessar uma bala de prata no coração do ISIS, e até mesmo impediu os EUA de usarem sua terra para o lançamento desses ataques.

Ankara precisa de seu "diabinho".

Não importa a partição do Iraque e do surgimento do Estado "Califado", e Mosul como sua capital. O ISIS serve como uma máquina de desmantelamento de todos os regimes seculares para preparar a pista para o breve emergente grande califa Erdogan.

A Turquia está no processo de remoção do limitador que mantinha o regime Anticristo-Califado vinculado por várias décadas, pois é esse poder limitador que sempre manteve a ascensão do Califado na baía.
Erdogan também provocou o processo 'Ergenekon', de 2007, que terminou com o ex-chefe do Exército turco, o general Ilker Basbug, e muitos outros, que foram ordenados a servirem a vida na prisão, e por esse, Erdogan tirou o limitador.

Ainda mais limitadores serão removidos através de muito sangue derramado e ilegalidade.

O poder secreto da iniqüidade já está em ação; mas aquele que agora o detém continuará a fazê-lo até que ele for tomado a sair do caminho.
A situação no Iraque beneficia também a Turquia com o fluxo de petróleo, na luta contra a Arábia Saudita.
A Turquia tem uma velha conta a liquidar com os Sauditas, quando esses ajudaram a desmantelar o califado otomano, colaborando com os britânicos. Sharif Hussein bin Ali disparou o primeiro tiro simbólico de seu palácio em Meca em direção à base militar turca de Jeroul, lançando assim a revolta árabe contra o governo otomano.
A influência saudita no Iraque remonta a I Guerra Mundial, que trouxe o Império Britânico no Iraque, e, com eles, a dinastia saudita. Durante a guerra, o governo britânico seguiu uma política de apoio à revolta árabe através do Sharif de Meca, contra o Império Otomano. Faisal, o primeiro rei do Iraque, foi o terceiro filho de Sharif Hussein bin Ali.

É uma velha conta que será liquidada, mais cedo ou mais tarde. Há também uma vingança antiga iraniana de 1979 pela toda inimizade Wahhabi (Saudita) contra os xiitas, que desejam espalhar sua revolução, acusando a Arábia Saudita de ser um agente dos Estados Unidos e questionando a autoridade saudita sobre Meca.

É sempre importante entender que quando se trata da propagação da ideologia do Califado, não devemos isolar a Turquia "dando à luz" ao ISIS, mas tenha em mente que a Arábia Saudita É A MÃE de todos os bastardos, e seu dia do acerto de contas vem, quando seus próprios bastardos recrutas para o Islã, A RELIGIÃO QUE ELA DEU À LUZ, vão violentá-la e queimá-la.

"A besta e os dez chifres que você viu odiarão a prostituta. Eles vão levá-la à ruína e deixá-la nua; comerão a sua carne, e a queimarão no fogo. "(Apocalipse 17:16)

Os otomanos nunca terão sucesso em colocar os personagens otomanos de volta juntos, e sua influência só vai abranger 10 regiões de sua área original.
A Turquia permitirá em breve o Curdistão a finalmente tomar forma, uma vez que mesmo a independência do Curdistão é benéfica para a Turquia e que isso vai em conflito com Bagdá. A Turquia consideraria o Curdistão uma oportunidade da qual tem de ser a única passagem de petróleo e gás, através dele, uma vez que não irá haver respeito pela soberania do Iraque e da constituição iraquiana.

Talvez uma das pistas escondidas de que o "bebê ISIS" tem DNA turco foi quando a polícia da Malásia frustrou os planos nesta semana para uma onda de atentados elaborados por profissionais terroristas do ISIS.
"Os 19 suspeitos estavam fazendo planos para bombardear pubs, discotecas e uma cervejaria da Malásia", disse Ayob Khan Mydin, vice-chefe da polícia da Malásia, divisão antiterrorista. Ayob Khan disse à AFP que o grupo, todos malaios, tinham visões de estabelecer uma linha-dura de um califado islâmico do Sudeste Asiático abrangendo a Malásia, Indonésia, Tailândia, Filipinas e Cingapura, e alguns dos detidos foram apreendidos em aeroportos no caminho para ninguém do que a Turquia para buscar treinamento e suporte do ISIS.

https://www.youtube.com/watch?v=KDk9K2yqhw8

"Destrua e exploda os nossos inimigos, a vitória está próxima ... homens jovens, se inscrevam e vençam .. jovens, é nossa religião atacar com suas armas e ganhar .. se espalhem por toda a terra e arrasem as fortalezas dos incrédulos", diz o alto-falante.

"Aqueles que acreditam e imigram e participam na Jihad com seus dinheiros e egos, tem o posto mais alto com Alá, e são os vencedores", acrescenta o palestrante.

Isso foi a partir do coração da Turquia, que produziu o seu filho bastardo ISIS.

Via: Shoebat
A verdade é que a CIA (globalistas ocidentais) contrata britânicos, franceses, espanhóis, turcos, de aparência árabe, para agirem em nome destes grupos jihadistas. Esta encenação de falsa bandeira para provocar guerras já está mais do que manjada!

Serviços de inteligência da Grã-Bretanha estão trabalhando para identificar um homem com sotaque britânico que aparece em um vídeo — cuja autenticidade não foi verificada — que mostra a decapitação do jornalista americano James Foley.

O chanceler britânico, Philip Hammond, admitiu em entrevista à BBC que o militante soava como um britânico. Ele observou que o envolvimento de um número significativo de cidadãos britânicos na Síria e no Iraque é "uma das razões pelas quais este grupo representa uma ameaça direta à segurança nacional da Grã-Bretanha".

O vídeo, divulgado pelo grupo autodenominado EI (Estado Islâmico) na internet, mostra a decapitação de Foley, 40, que desapareceu há quase dois anos quando trabalhava na Síria.

A gravação, intitulada "Uma Mensagem para a América", mostra um homem identificado como James Foley em uma vestimenta laranja, de joelhos, com uma paisagem desértica ao fundo, ao lado de um homem encapuzado vestido de preto.

Ele passa uma mensagem à família e relaciona sua iminente morte ao recente bombardeio americano no Iraque para combater o EI no norte do país.

Evidentemente coagido, ele diz: "Peço aos meus amigos, família e amados que se manifestem contra os meus verdadeiros assassinos, o governo dos EUA, porque o que irá acontecer comigo é somente o resultado da complacência e da criminalidade deles".

Nesse ponto o militante mascarado, que fala inglês com sotaque britânico, envia um alerta ao governo americano: "Vocês não estão mais lutando contra uma insurgência. Somos um Exército Islâmico e um Estado que foi aceito por um grande número de muçulmanos em todo o mundo".

E dirigindo-se ao presidente americano, Barack Obama: "Qualquer tentativa sua, Obama, de negar aos muçulmanos o direito de viver em segurança sob o califado islâmico resultará em derramamento de sangue do seu povo".

Após a fala, o militante começa a cortar o pescoço do refém, e o vídeo escurece. Em seguida o corpo é visto no chão com a cabeça sobre ele.

Outro refém, identificado como o jornalista americano Steven Sotloff, é visto ao final da gravação. "O destino deste cidadão americano, Obama, depende da sua decisão", alerta o homem encapuzado. Sotloff foi sequestrado há um ano no norte da Síria, perto da fronteira com a Turquia.

O primeiro-ministro britânico, David Cameron, cancelou o restante de suas férias e retornará a Londres. Ele disse que, se confirmada, a morte de Foley é chocante.

A porta-voz do Conselho de Segurança da Casa Branca, Caitlin Hayden, afirmou que, se o vídeo for genuíno, o governo americano está "chocado com o assassinato brutal de um jornalista americano inocente".

Mãe 'orgulhosa'

A mãe de Foley, Diane, disse no Facebook estar orgulhosa de seu filho. "Ele deu sua vida tentando expor ao mundo o sofrimento dos sírios", disse a mãe, na rede social.

Diane também pediu que os militantes libertem os outros reféns. "Como Jim, eles são inocentes. Eles não têm controle sobre a política do governo americano no Iraque, na Síria ou em qualquer lugar no mundo", escreveu.

Foley trabalhou em todo o Oriente Médio, a serviço da publicação americana Global Post e outras empresas, como a agência de notícias francesa AFP.

Ele cobriu a guerra na Líbia, quando ficou detido por mais de 40 dias. "Sou atraído pelo drama do conflito e por tentar expor estas histórias desconhecidas", disse ele à BBC em 2012.

"Há violência extrema, mas há uma vontade de saber quem estas pessoas realmente são. E creio que isto é o que é realmente inspirador."

O grupo Comitê para a Proteção de Jornalistas estima que 20 jornalistas estão desaparecidos na Síria. A organização acredita que muitos estejam sendo mantidos reféns por militantes do EI.

Anteriormente conhecido como Isis, o EI é um grupo extremista sunita que lidera uma insurreição na região. Com a ajuda de uma poderosa campanha na internet, o EI anunciou o estabelecimento de um califado em partes do Iraque e do leste da Síria.

Os militantes islâmicos são acusados de matar centenas de pessoas em áreas sob seu controle. A violência já expulsou cerca de 1,2 milhão de pessoas de suas casas no Iraque.

Seguindo uma doutrina extremista do Islã sunita, o grupo persegue minorias não muçulmanas como os cristãos e os yazidis, além dos muçulmanos xiitas, que considera hereges.

Notícia: R7
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Pelo visto a Rede Globo desistiu do PT...

Militantes do PT partiram para a baixaria contra William Bonner após a entrevista com Dilma. Em resposta, ele deu vários puxões de orelha nos MAVs, a famosa militância virtual do PT.

Veja a imagem abaixo, com vários posts de Bonner no Twitter:


Nada mais nada menos vemos a reação de um jornalista que tomou pressão e reagiu a elas, argumentando que os xingamentos eram indevidos. Não podia faltar um pouco de ironia e sarcasmo, pois a turma do MAV sempre fez por merecer isso.

A reação da BLOSTA, como sempre, jamais inclui qualquer componente de auto-crítica. Reparem em como eles não souberam digerir as críticas justas de Bonner, em um texto do Brasil247:

"William Bonner assumiu. No últimos 18 anos, ele cultivou a imagem de equilíbrio e imparcialidade, de bom moço e de galã, no comando da bancada do Jornal Nacional – a instituição jornalística da Rede Globo que, mesmo perdendo audiência aos borbotões nos últimos, ainda é um dos veículos de mídia mais poderosos do País. Mas agora é diferente."

Vejam só como essa gente não dá um ponto sem nó. Antes, quando William Bonner criticou a patrulha sofrida por adeptos da oposição, tudo bem. Mas no momento em que ele passou a criticar a patrulha do MAV (muito mais selvagem e anti-civilizacional), perdeu a “imagem de equilíbrio e imparcialidade, de bom moço e de galã”. Mais uma vez, vemos que os julgamentos dessa turma não valem absolutamente nada.

Pelo twitter, ironizando as críticas sobre a maneira como conduziu a entrevista de 15 minutos com a presidente Dilma Rousseff, anteontem, ele avisa que “sempre” foi durão, que nunca pegou leve com seus entrevistados e que está disposto a novas incursões do mesmo tipo. Cuidado com ele, é como se o próprio avisasse, numa espécie de lançamento de uma candidatura informal a jornalista valentão.

Ao contrário. Isso é jornalismo de verdade, onde devem ser feitas perguntas incômodas, especialmente a quem detém o poder estatal. Como já disse, lancei suspeitas sobre Bonner, pois achei que após avançar sobre Aécio e Eduardo, ele amansaria contra Dilma. Ele não amansou. No momento dele receber os parabéns, os petralhas reclamam de não terem tido o privilégio de sua mansidão. Realmente, a cara de pau do pessoal da BLOSTA bate recordes a todo momento.


Na verdade, a crítica a Bonner se deu pelo fato de ele ter interrompido, por 21 vezes, a presidente em suas respostas. Pelo fato de sua primeira pergunta ter durado dez por cento do tempo total da entrevista. Por ter conduzido uma entrevista que derivou para dedo em riste na direção da presidente e vozes exaltadas entre os perguntadores.

Agora vem a distinção de emergência. O problema não é mais a assertividade do entrevistador, mas as interrupções? Bem, se eu perguntar para alguém qual o resultado dos testes de um projeto e essa pessoa começar a narrar uma receita de lasanha, eu a interromperia umas 5 vezes em 1 minuto. No mínimo. Logo, eles deveriam entender os motivos para as interrupções. O fato é que Dilma falou muita bobagem na tentativa de fugir de todas as questões. Alias, auditores são bons para descobrir enroladores, que começam a divagar sobre o assunto. Essas interrupções são mais que bem vindas nesses momentos. E quanto ao dedo em riste, quem clicar aqui verá que essa é a linguagem natural de Dilma. A partir disso, quando você coloca o dedo em riste diante de uma pessoa assim, não temos mais uma afronta, mas rapport.


Em seu trato de “tio” para “sobrinhos” com seus seguidores no twitter, Bonner vem sustentando, com ironia e sarcasmo, que quem não gostou de sua postura foram os “corruptos”, os “robôs partidários” e os “blogueiros sujos”. Dá, neste sentido, uma lista de perguntas que este gostariam que fosse feitas para o candidato “DELES”, tais como “Aceita um cafezinho?”.

Nota 10 para William Bonner nessas ironias e sarcasmos. Petralhas não reagem bem diante desse tipo de recurso, pois eles vestem sempre a carapuça do ridículo.

Bonner não admite a surpresa dos quem enxergam, no Jornal Nacional, um veículo com múltiplos compromissos, com uma história de sustentação ao regime ditatorial. Os mesmo que veem no próprio Bonner um âncora notadamente acrítico no dia a dia. Seus comentários quase não existem, e quando são pronunciados para marcar alguma notícia, no mais das vezes soam como genéricos.

A surpresa é que a Rede Globo abaixou a cabeça para uma ditadura. E até então, estava abaixando a cabeça para outra. William Bonner se rebelou.

Com o apoio de seus seguidores, Bonner está dizendo que nunca deixou de ser durão. E que vai continuar. A depender do resultado das eleições presidenciais, é de se acompanhar se essa garantia vai se sustentar.

Eles se fingem de sonsos agora, pois o que Bonner disse é que sempre foi incisivo nas sabatinas em candidatos à presidência. Depois das eleições presidenciais, não existirão mais sabatinas até 2018. E isso é mera questão de lógica.

Quem se acostumou a apelar, dependendo de mimos para não se defrontar com os problemas reais, nunca vai reagir bem quando é tratado de forma isonômica. O mimimi da BLOSTA nos serve como um belíssimo exemplo desta anomalia petralha.

Via: http://lucianoayan.com/
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